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Archive for the ‘Gastronomia’ Category

Chineses antecipam festival de carne de cão

Posted by REPÚBLICA BANANA PEOPLE em junho 19, 2014

A Human Society International divilgou a imagem deste cão prestes a ser vendido para carne no festival de Yulin de 2013

Para evitar protestos, este ano começaram mais cedo as comemorações do solstício de verão, data em que é habitual comer carne de cão na região chinesa de Yulin. Na China, os residentes da região de Yulin começaram mais cedo, este ano, o festival onde celebram o solstício de verão ao comer carne de cão. Ao antecipar as comemorações, pretendem evitar os protestos já frequentes. O solstício é só no sábado, dia 21, mas na cidade de Yulin o festival já começou.

Várias fotos já circulam na Internet, algumas delas mostram mesmo as bancas onde estão expostos os cães, como se fossem coelhos nos talhos na sociedade ocidental. Consumir carne de cão é um hábito alimentar chinês e é legal. Mas o governo de Yulin já proibiu referência a esta carne nos menus de restaurantes. Para além disso, o governo distancia-se deste festival pois não se realiza numa data oficial. Os ativistas defensores dos animais também já começaram a sua campanha, na qual defendem a saúde pública, para além dos maus tratos aos cães. Um ativista afirmou ainda que este festival é negativo para a imagem da cidade. J.S. – Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/internacional/insolito/chineses-antecipam-festival-de-carne-de-cao

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Boicote ao camarão ‘made in Thailand’

Posted by REPÚBLICA BANANA PEOPLE em junho 12, 2014

Associações de defesa dos direitos humanos e ambientais apelam aos consumidores que não comprem marisco produzido na Tailândia.Associações ambientais e grupos de direitos humanos estão a apelar ao boicote ao consumo de camarões baratos e outros mariscos importados da Tailândia, se os retalhistas não puderem garantir a ética do trabalho que está na origem dos produtos

Associações ambientais e grupos de direitos humanos estão a apelar ao boicote ao consumo de camarões baratos e outros mariscos importados da Tailândia, se os retalhistas não puderem garantir a ética do trabalho que está na origem dos produtos / STR/AFP/Getty Images.

A investigação do diário britânico “The Guardian”, que ligou a exportação de camarão tailandês para todo o mundo à utilização de escravos no processo de produção de marisco, está a provocar uma onda de reações. Várias organizações ambientais e grupos de direitos humanos declararam publicamente que a descoberta da exploração da escravatura é uma chamada de atenção aos consumidores. A primeira reação pode ser-lhes pedida diretamente, para que verifiquem nas etiquetas qual é a origem do camarão que estão a pôr na mesa. O camarão (e outro marisco) que tiver origem na Tailândia, em particular oriundo da empresa Charoan Pokhand (CP) Foods, estará quase certamente associado à exploração de pessoas que são mantidas em condições desumanas em barcos ao largo da costa do país, a pescar camarão ou o material de que será feita a ração que os alimenta.

Associações como a Greenpeace, a Sociedade de Conservação Marinha e o Conselho de intendência Marinha do Reino Unido estão a apelar ao boicote dos consumidores para que não comprem camarões baratos e outros mariscos importados da Tailândia se os retalhistas não puderem garantir a ética do trabalho que está na origem dos produtos. Há várias maneiras de o fazer, segundo “The Guardian”: melhorando os conteúdos sobre a origem dos produtos incluídos nos rótulos; descrevendo, por exemplo, se as redes de retalhistas estiveram ou não envolvidas em projetos de melhoramento na Tailândia ou noutros países do sudeste asiático.

“Marisco barato polui os oceanos de lixo e arruína vidas”, declarou o responsável pelas campanhas sobre oceanos da Greenpeace. Willie Mackenzie disse que a investigação do jornal expondo a escravatura envolvida na indústria global de marisco é um soar de alarme para todos os consumidores e revendedores: “Trabalho forçado e abuso de direitos humanos não são apenas questões nos viveiros tropicais de camarão, são também fatores invisíveis noutras pescas”. http://expresso.sapo.pt/boicote-ao-camarao-made-in-thailand=f875311

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Nespresso cede o desenho de suas cápsulas de café na França

Posted by REPÚBLICA BANANA PEOPLE em abril 17, 2014

As outras companhias que comercializam cápsulas compatíveis denunciaram a Nestlé por fabricar um modelo único e restringir a concorrência

Capsulas de café da Nespresso. / ULY MARTÍN

A Nestlé comprometeu-se ante as autoridades francesas a revelar as características técnicas das cápsulas de café de sua filial Nespresso, o que permitirá que seus rivais copiem os modelos. A proposta prenuncia o final do que ficou conhecido como guerra das cápsulas no país, onde outras companhias que comercializam cápsulas compatíveis denunciaram a Nestlé ante o regulatório por restringir a concorrência neste pujante setor do negócio do café.

As sociedades que acusam a Nespresso de bloquear sua entrada no mercado abusando das patentes são L’Or Espresso, antiga Sara Lee e proprietária de Marcilla, e Ethical Coffee Company. Previamente, o gigante da alimentação abria várias frentes judiciais  na França e na Suíça contra elas por suposto plágio.

Segundo a proposta que a Nespresso fez para a concorrência para fechar o caso, a filial da Nestlé se compromete a facilitar todos os detalhes técnicos de suas máquinas às empresas que assim o solicitem com três meses de antecedência. Além disso, a Nestlé manterá a garantia de seus aparelhos ainda que sejam usadas cápsulas de outras marcas, salvo casos evidentes de incompatibilidade. Junto a isso, a companhia garantiu que não fará comentários críticos sobre seus rivais na publicidade.

Para assegurar-se de que a Nespresso cumpra com seu anúncio e para dar tempo aos denunciantes de aprovar a proposta, as autoridades francesas abrirão um período de um mês para fazer um teste de mercado. A data não é à toa, já que inclui o dia das mães neste 4 de maio, uma comemoração que eleva as vendas. Por isso, a Nespresso informará de imediato sobre as características de seu novo modelo de máquina de café, a Inissia, que já está nas lojas. Se for adiante, o acordo será revisado a cada sete anos.

Se a filial da Nestlé, que foi a primeira que começou a vender as cápsulas, não respeitar o acordo, enfrentará multas de até 10% de suas vendas mundiais, que giram em torno de 7,5 bilhões de euros. Segundo dados da Nestlé de 2012, um em cada quatro lares na França tem uma máquina de café de cápsulas. Delas, uma a cada três é Nespresso. http://brasil.elpais.com/brasil/2014/04/17/economia/1397744415_536236.html

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Rússia quer fechar todos os “McDonald’s”

Posted by REPÚBLICA BANANA PEOPLE em abril 5, 2014

 líder de Partido Liberal Democrata da Rússia, Vladímir Zhirinovski, propôs ao governo de Vladimir Putin encerrar todos os restaurantes “McDonald’s” no país.

foto REUTERSRússia quer fechar todos os "McDonald's"

A proposta segue-se ao anúncio da McDonald’s de que vai fechar temporariamente os três restaurantes em funcionamento na Crimeia, no seguimento da anexação da península ucraniana à Rússia, argumentando com “razões de produção fora do controlo da empresa”.

“A ‘McDonald’s’ encerrou os seus restaurantes na Crimeia, está muito bem. Nós fecharemos os de todo o país e logo nos ocuparemos da ‘Coca-Cola'”, disse o deputado russo citado pela agência Ria Novosti. O encerramento temporário da “McDonald’s” na Crimeia foi anunciado na site ucraniano da companhia, que promete reabrir as unidades “assim que for possível”. Para além de oferecer emprego aos habitantes da península da Crimeia nas unidades mais a Oeste, a “McDonald’s” oferece-se também para suportar os custos de realojamento das famílias dos trabalhadores.

A decisão do gigante alimentar norte-americano, de acordo com a análise da agência espanhola Efe, é sintomática da incerteza que as grandes multinacionais enfrentam relativamente às decisões estratégicas que envolvam a Rússia, no seguimento da intervenção militar na Ucrânia. Washington e Bruxelas impuseram ambos medidas punitivas contra Moscovo e ameaçaram com sanções económicas mais abrangentes que podem afetar as operações na Rússia não só da McDonald’s, mas também de outras grandes empresas. http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=3796276&page=-1

McDonald’s abandona a Crimeia

As moradas dos três restaurantes da Crimeia já foram retiradas da página oficial do McDonald’s. A cadeia de fast food norte-americana Mcdonald’s anunciou esta sexta-feira que vai encerrar os três restaurantes que tem na Crimeia, que há pouco mais de um mês votou, em referendo, querer fazer parte da Rússia e não da Ucrânica.

No comunicado que publicou na sua página oficial ucraniana, a cadeia de restaurante explica que o encerramento dos três se restaurantes se deve a “razões de fabrico”. Ainda que o mesmo comunicado afirme, “esperamos voltar a funcionar assim que tivermos oportunidade” os endereços dos três restaurantes foram removidos do site do Macdonald’s. O comunicado refere ainda que “foi oferecida a cada funcionário a oportunidade de trabalhar noutro restaurante na Ucrânia.” T.C. – Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/internacional/mundo/mcdonalds-abandona-a-crimeia

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