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Archive for the ‘Embarcações’ Category

Oficial do “Titanic” minimizou a tragédia para receber dinheiro do seguro

Posted by REPÚBLICA BANANA PEOPLE em abril 11, 2014

Oficial do "Titanic" minimizou a tragédia para receber dinheiro do segurofoto Steven Governo/Global Imagens

Objetos recuperados do naufrágio do Titanic

Um oficial que sobreviveu à tragédia do “Titanic”, em 1912, mentiu sobre a gravidade do acidente para receber uma indemnização de 3,6 milhões de euros da companhia de seguros.

O documento que contém o relato de Charles Lightoller à campanhia de seguros do “Titanic” será leiloado em Inglaterra no dia 26 de abril e poderá atingir 14.500 euros, estima a casa Henry Aldridge and Son. O leilão assinala o 102.º aniversário da tragédia.

Nesse relato, Lightoller diz que sentiu “um ligeiro embate” quando o navio transatlântico chocou contra “um pequeno iceberg”, minimizando claramente a dimensão da colisão. O “ligeiro” choque acabaria por causar mais de 1500 mortes na madrugada de 15 de abril de 1912, quando realizava a viagem inaugural entre Southampton, no Sul de Inglaterra, e Nova Iorque, nos Estados Unidos da América. Lightoller era o mais veterano dos oficiais do “Titanic” que sobreviveram à tragédia. Em declarações à seguradora, o responsável tentou ainda ilibar a tripulação de qualquer responsabilidade. “Não há nada semelhante a este documento, já que fomos incapazes de encontrar outra declaração original que correspondesse à reclamação de seguros”, disse Andrew Aldridge. http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=3806445

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1912 não registou número excecional de icebergues

Posted by REPÚBLICA BANANA PEOPLE em abril 10, 2014

1912 não registou número excecional de icebergues

Um estudo da universidade inglesa de Sheffield assegura que, contrariamente ao que se pensava até à data, em 1912, ano em que se afundou o Titanic, não foi registado um número “excecionalmente elevado” de icebergues. Esta investigação, publicada hoje na revista “Weather”, que analisa os registos da época e atuais, revela que o número de icebergues no Ártico foi muito superior em anos posteriores. Assim, o aumento de icebergs parece ter-se acentuado nos últimos 20 anos e, segundo o professor Grant Bigg, entre 1991 e 2000 “foram registados mais de 700 icebergues e em cinco desses anos houve mais do que em 1912”.

“Vimos que 1912 foi um ano de alto risco de icebergues, mas não de risco excecional”, declarou o autor do estudo, que aponta que “em 1909 foi registado um número mais elevado e que, recentemente, o risco foi maior”. O estudo, dado a conhecer quando se cumprem 102 anos da viagem do Titanic – que partiu do porto inglês de Southampton a 10 de abril de 1912 – questiona as razões indicadas para o afundamento do navio, que o relacionavam com o elevado número de icebergues no oceano devido a efeitos solares e lunares. A investigação descarta assim antigas teorias sobre o acidente do navio, ao mesmo tempo que alerta para o aumento da massa de água congelada na atualidade.

Segundo Bigg, o risco de crescimento dos icebergues aumentou nos últimos anos, até superar os números de 1912, ano em que o desastre do Titanic custou a vida a mais de 1.500 pessoas. O Titanic afundou-se na madrugada de 15 de abril de 1912, depois de colidir com um icebergue. Apenas 700 passageiros sobreviveram. Lusa, texto publicado por Paula Mouratohttp://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=3805585&page=-1

 

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Brasil vende nos EUA o novo marco de privatização de seus portos

Posted by REPÚBLICA BANANA PEOPLE em abril 5, 2014

O Governo brasileiro tenta atrair investidores norte-americanos às licitações para a gestão de cais e terminais marítimos

Navios atracados no cais do Porto do Rio de Janeiro, em imagem de arquivo. / Tânia Rêgo (Abr)

Dez meses após a aprovação da nova lei dos portos, e em um momento em que cada vez há mais dúvidas sobre o cumprimento do calendário previsto de concessões, o Governo brasileiro vendeu nesta sexta-feira em Washington os benefícios do novo marco regulatório a potenciais investidores norte-americanos para atraí-los às licitações de gestão de cais e terminais marítimos. O mesmo está previsto para ser feito nos próximos meses na Europa.

O ministro-chefe da Secretaria dos Portos, Antonio Henrique Silveira, fez duas conferências, com elaboradas e detalhadas apresentações, ante representantes de empresas e instituições em dois centros de debate da capital dos Estados Unidos. O ministro engrandeceu especialmente a simplificação de trâmites e condições, além das vantagens econômicas geradas pela legislação que recebeu sinal verde em junho passado depois de uma intensa batalha no Congresso e que substitui a de 1993, que colocava os portos brasileiros praticamente nas mãos de empresas públicas sob a custódia dos governos locais e com forte presença dos sindicatos.

Apesar de se mostrar surpreendentemente sincero sobre as dificuldades burocráticas que costumam espreitar o dia a dia empresarial no Brasil, Pinheiro Silveira apontou, no entanto, os problemas judiciais que ameaçam a implementação da nova lei, que prevê investimentos de 60 bilhões de reais (cerca de 27 bilhões de dólares) com o objetivo de reduzir os custos em 20%. Em um ato na Câmara de Comércio dos EUA, organizado pelo Conselho Empresarial Brasil-EUA, o ministro admitiu que o novo marco ainda está pendente de receber a ratificação definitiva do Tribunal de Contas, mas, implicitamente, se mostrou convencido de que a sentença será favorável e que será cumprido o calendário de concessão de dezenas de áreas portuárias até o final do ano.

Até agora, no entanto, o tribunal não se mostrou tão seguro disso e o Governo de Dilma Rousseff alertou para um possível cunho político da análise jurídica pelo fato de que Ana Arraes, integrante da corte, é a mãe de Eduardo Campos, provável candidato às eleições presidenciais de outubro pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB) e ex-aliado de Rousseff.

Durante o colóquio na Câmara de Comércio, o ministro dos Portos destacou que a nova lei cria um marco “mais claro e organizado”, reduz as limitações à propriedade e as sanções contratuais e ambientais, estende a duração dos contratos e aumenta a capacidade de gerenciamento privada. Para um país de proporções continentais com milhares de quilômetros de litoral e grandes aspirações internacionais como o Brasil, modernizar e ampliar o tamanho de seus portos é chave para relançar seu potencial econômico e a saída de suas matérias-primas, tendo em conta que 80% das exportações e importações brasileiras saem e entram por seus portos.

A lei, segundo detalhou Pinheiro Silveira, oferece concessões privadas em 159 áreas em dezenas de portos, a privatização de novos terminais e licitações para realizar obras de dragagem de aprofundamento dos portos para que possam receber muito mais navios e em um maior ritmo. Tudo isso é chave para o cumprimento dos objetivos definidos pelas autoridades de dobrar a demanda de cargas até 2030 e fazer disparar a capacidade dos grandes portos do país, como o de Santos.

De fato, quando perguntado por um representante empresarial durante o ato, o ministro deixou as portas abertas para a privatização por completo dos grandes portos, à margem dos dois menores já planejados. “Em 2015 estaremos mais abertos a esse debate”, disse, sem querer entrar em detalhes mas deixando entrever que o assunto não seria abordado, já que poderia ser explorado pela oposição, até depois das eleições de outubro.

Pinheiro Silveira, que chegou a Washington procedente da cúpula do Fórum Econômico Mundial para a América Latina, no Panamá, finalizou sua visita à capital dos Estados Unidos com uma reunião com o secretário dos Transportes norte-americano, Anthony Foxx, para, segundo explicou, abordar uma maior cooperação em assuntos portuários internacionais.

O encontro, como os que foram realizados nas últimas semanas entre altos mandatários dos dois países em Washington e Brasília, evidencia a melhoria progressiva das relações diplomáticas entre os dois gigantes após estas terem sido gravemente prejudicadas em setembro com a revelação de que a Agência Nacional de Segurança (NSA, na sigla em inglês) espionou Rousseff. Isso fez com que se cancelasse uma reunião de Estado em Washington com o presidente dos EUA, Barack Obama. Agora, os interesses econômicos entre as duas potências do continente americano ditam o passo da reconciliação. Joan Faus – http://brasil.elpais.com/brasil/2014/04/05/economia/1396653844_452340.html

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Fantástico!

Posted by REPÚBLICA BANANA PEOPLE em março 9, 2014

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