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Archive for the ‘DIVERSÃO’ Category

Realidade brutal está por trás da ficção presente no jogo ‘The Last of Us’

Posted by REPÚBLICA BANANA PEOPLE em julho 28, 2013

Jogo é um survival de horror com toques de estratégia, personagens cativantes e uma história triste. Exclusivo para PS3, é um game da Naughty Dog, responsável também pela franquia Uncharted

Montagem/Kotaku BR

Montagem/Kotaku BR

The Last of Us não é um jogo divertido em muitos aspectos. The Last of Us é um jogo que te deixa cansado, que te pune psicologicamente e faz com que exaustão e pensamentos nada agradáveis te acompanhem quando você desliga o PlayStation 3 após uma sessão, seja ela de trinta minutos ou de três horas. The Last of Us é também um dos grandes títulos dessa geração, muito mais relevante, necessário, forte e impactante que toda a franquia Uncharted, da Naughty Dog – responsável por ambos os games.

Antes de qualquer coisa, vamos refletir: o que acontece quando você perde as coisas mais importantes e preciosas da sua vida e, vinte anos mais tarde, se vê inserido em um mundo horrível no qual as pequenas vitórias são calculadas não por longos períodos, mas por dias, horas ou talvez minutos? Como sobreviver em um universo repleto de seres infectados e saqueadores ignorantes, onde a violência é essencial e comida, munição e esperança são escassas?

Joel, nosso personagem principal, sabe bem o que é isso. Ele é um sujeito visivelmente triste, cansado e desconfiado por uma série de razões, que conhece o quão feia é a realidade lá fora. Por outra série de motivos, sua missão é levar Ellie, uma menina de 14 anos que fala mais palavrões do que eu e você juntos, até um grupo que basicamente pode ter a solução para salvar a humanidade do desaparecimento.

O percurso, claro, não é fácil. Em The Last of Us, os erros são punidos de forma brutal e violenta, especialmente quando cometidos diante de um clicker. Clickers são pessoas infectadas em um nível avançado. São seres cegos por conta do grande fungo que cobre seus rostos, mas com excelente audição. Eles se guiam através da ecolocalização, como os morcegos, por isso conseguem te encontrar caso você faça barulho ou se movimente na frente deles.

Por serem extremamente fortes, não é uma boa ideia irritar um desses infectados. Quando isso acontece, eles quase sempre conseguem passar por suas armas e o resultado mais provável é a morte. Você tem uma chance melhor, por exemplo, contra os demais infectados (runners e stalkers) ou até mesmo contra os humanos. Por isso, não é exagero dizer que os clickers são os inimigos mais temidos e assustadores que você vai encontrar, especialmente por conta do barulho aterrorizante que fazem.

Divulgação

Por outro lado, em certo grau os não-infectados podem ser até piores que os próprios clickers. Ao contrário dos monstros, eles têm plena consciência da maldade que fazem ao matarem e saquearem outras pessoas. Mas também podemos teorizar que esses humanos simplesmente ficaram loucos por conta do ambiente que vivem e da realidade dura que precisam enfrentar. De certa forma, dá pra dizer que eles também estão infectados.

É difícil colocar rótulos em The Last of Us. Sim, survival horror está entre eles e é um bom jeito de classificar parte do jogo. Mas, muitas vezes, nos deparamos com tantas elementos de estratégia quando chegamos a um novo cenário – e, até porque nunca é possível pausar o game para usar medicamentos ou melhorar suas armas, tudo deve ser calculado com antecedência –, que é uma injustiça colocá-lo em uma só caixa. Acredite em mim quando eu digo que você nunca mais vai olhar para um tijolo ou uma garrafa vazia da mesma forma depois de passar por tantos maus bocados ao lado de Joel e Ellie.

The Last of Us é também um jogo sobre ambiguidades. Sobre o claro e o escuro das coisas da vida, dos ambientes aos próprios pensamentos daqueles que estão envolvidos em sua trama. De vez em quando nos encontramos dentro de corredores claustrofóbicos e assustadores, sem luz e cheios de esporos, mas também há momentos em que nos deparamos com maravilhosas e calmas cenas da natureza, do sol que ainda insiste em banhar a Terra e dos pássaros e outros animais aparentemente alheios ao que está acontecendo. É sobre a bondade e a maldade caminhando de mãos dadas e sobre a dificuldade de distinguir o certo do errado.

Os diálogos também estão entre os melhores e mais convincentes dos últimos tempos quando olhamos para as diversões eletrônicas interativas, e as conversas mais interessantes acontecem justamente quando você está jogando e caminhando, e não em cutscenes. Isso torna a experiência mais dinâmica e real e, por isso, ficamos mais e mais apegados aos personagens ao longo da trajetória.

É claro que todo esse pacote de sensações e sentimentos é amplificado muito por conta da magnífica trilha sonora de Gustavo Santaolalla (argentino que já fez música para filmes como ’21 Gramas’, ‘O Segredo de Brokeback Mountain’ e ‘Diários de Motocicleta’). Ela dá o tom certo ao universo de The Last of Us, à falta de esperança e à solidão que preenche prédios e espaços anteriormente habitados por famílias e hoje cobertos por plantas e várias memórias. Os temas sonoros são minimalistas e acompanham mais o vazio interno e externo do que o terror, o que faz bastante sentido.

Muito além de ter um final surpreendente ou não (ou independente da sua expectativa sobre ele), The Last of Us é ainda sobre a jornada. É sobre seguir em frente mesmo sem saber o que tem do lado de lá, sobre as frágeis relações humanas que se tornam fortes e depois se despedaçam, sobre caminhar por longos períodos de um lado ao outro com medo percorrendo o corpo e frio na barriga.

Nesse sentido (e em vários outros), o jogo novo da Naughty Dog é completamente diferente de Uncharted. Joel não quer ser o protagonista como Nathan Drake. Ele é egoísta e, apesar de ser muito violento (e de se tornar cada vez mais ao longo do jogo, muitas vezes de forma até desnecessária), é extremamente vulnerável. Um sujeito com raiva contida e traumas, que não tem muito senso de humor e que já está um pouco maltratado por conta da rotina de sobrevivência a qual foi imposto.

Ele também não sabe escalar paredes como um artista de circo, necessitando sempre da ajuda de uma escada – como eu e você. Joel não salta como um super-herói, não tem o suposto carisma de Nathan e não parecer ter interesse em cativar o coração daqueles que cruzam seu caminho. Por experiência própria, ele sabe que essas pessoas podem morrer a qualquer momento.

O final do jogo é um dos mais convincentes e realistas que vi em anos. Claro, talvez não seja o desfecho ideal ou o mais justo, mas quem disse que assim é a realidade? The Last of Us é como um soco no estômago, um jogo que nos entrega uma lição muito verdadeira a respeito das relações humanas e do que acontece aqui fora, embora muitos não queiram enxergar. O mundo é feio, pessoal. E nós humanos somos os verdadeiros culpados por isso.

Divulgação

The Last of Us

Com uma jornada inesquecível e uma narrativa que te prende do início ao fim, The Last of Us está entre os títulos indispensáveis dessa geração. O survival horror mesclado com estratégia, os personagens cativantes e as histórias tristes e realistas são apenas alguns dos elementos surpreendentes do game. Mesmo que visualmente incrível, ele não é perfeito, especialmente quando olhamos para a parte técnica, com alguns problemas claros de IA, além de glitches e bugs aqui e ali. Mas tudo isso passa bem longe de arruinar ou sequer comprometer a experiência final – essa sim, digna de nota. Flávio Seixlack- Kotaku – http://jogos.br.msn.com/consoles/ps3/realidade-brutal-esta-por-tras-da-ficcao-presente-no-jogo-the-last-of-us#page=0

Plataforma: PlayStation 3

Desenvolvimento: Naughty Dog

Distribuição: Sony

Lançamento: 14 de junho de 2013

Preço: R$ 149,99

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Playstation quer jogadores a sobreviver a todo o custo

Posted by REPÚBLICA BANANA PEOPLE em maio 24, 2013

“The Last of Us” é o novo jogo da Playstation 3 e mete-nos no papel de alguém que luta pela vida num mundo pós-apocalíptico. (veja o vídeo no fim do texto)

Uma infeção fúngica crassa o nosso planeta há 20 anos. Durante esse tempo, mais de 90% da população morreu ou transformou-se em monstros infetados desejosos de cerrar as mandíbulas nos pescoços dos sobreviventes. “The Last of Us”, produzido pelos estúdios Naughty Dog, tem tudo para ser um excelente jogo de ação mas centra-se antes numa relação humana que cresce num cenário pós-apocalíptico. Recheado de ação. Os atores portugueses Marcantonio del Carlo, Joana Ribeiro, Pedro Laginha e Maria João Bastos deram as vozes à versão nacional deste jogo.

O novo título da Playstation 3, que chega às lojas a 14 de junho, coloca-nos no papel de Joel, um homem que conheceu o mundo antes da infeção se alastrar por todo o mundo e que atualmente atua como mercenário, levando todo o tipo de mantimentos para as zonas de quarentena e realizando todo o tipo de missões. Connosco teremos sempre a companhia de Ellie, uma jovem rapariga de 14 anos, ou seja, apenas conhece o mundo infetado, que apesar de ser curiosa e não ter quaisquer cuidados com a linguagem, é inocente e alheada do mundo que a rodeia por sempre ter vivido numa zona de quarentena.

Estes personagens embarcam numa viagem ao longo dos Estados Unidos, percorrendo cenários devastados e abandonados que conseguem ser aterradoramente belos pelos detalhes que fazem soar os ecos de uma humanidade que já não existe. E enquanto caminhamos no mais calmo dos cenários, este pode ser invadido a qualquer momento por uma horde de monstros infetados cujo objetivo é transformar-nos num deles. E, apesar dos responsáveis do jogo reconhecerem o desenvolvimento da relação entre Joel e Ellie como principal motivo de interesse do jogo, quando é tempo de ação, é realmente tempo de ação.

Estes ex-humanos atuam como uma espécie de “zombies”, no sentido tradicional a que estamos habituados desde há anos – como em filmes “O Último Homem na Terra” “28 dias depois” ou na série “Walking Dead” -, mas apesar de não ser um vírus que causa a transformação, estes tornam-se monstros graças a um fungo. E um fungo bastante real. O criador do jogo inspirou-se num documentário da BBC sobre o fungo parasita ‘cordyceps’ numa formiga, que provoca graves deformações no inseto. A ideia passou a “e se os humanos fossem infetados com este fungo?” e os feios monstros que teremos de evitar, martelar ou alvejar são o resultado que pode ver no vídeo. J.D. – http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/playstation-quer-jogadores-a-sobreviver-a-todo-o-custo

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Let’s hope The Last of Us isn’t the last shot at blockbuster gaming

Posted by REPÚBLICA BANANA PEOPLE em maio 19, 2013

The Last Of Us

Big budget … The Last Of Us

WE all love a good blockbuster – films such as Titanic, Saving Private Ryan, and The Lord Of The Rings.

Some beardy critics may look down on them but cinema-goers lap up their lavish production and enjoy the fact bundles of cash have been thrown at making them. It’s no different with games. Despite a wealth of cracking budget games on phones and consoles there’s nothing like booting up a mega AAA title such as Call Of Duty. But unlike movies, the blockbuster game could be an endangered species. Epic, sprawling games can literally destroy companies financially if punters don’t lap them up in their millions. Expensive voice actors, orchestral scores, film-like animations, professional scripting and years of coding mean games are now multi-million pound productions.

And even when a game has been critically praised it might not necessarily be a success. Take this year’s Tomb Raider, a great game by all accounts but nonetheless still a failure. Square Enix, who made the game, said its 3.4million sales weren’t enough to justify the massive cost. Likewise the brilliant Sleeping Dogs (1.7million sales) and Hitman Absolution (3.6million) didn’t meet target. More worrying is recent news that Take-Two, the firm behind 2013’s big success, BioShock Infinite, and last year’s Borderlands 2 made a loss this financial year. So could this be the death of the blockbuster?

I mention all this because right now Sony are bricking their pants a little. Next month sees the release of The Last Of Us, their big shot at releasing THE blockbuster game of 2013. It’s been made by Naughty Dog, the folks who created the brilliant Uncharted series, and you only have to spend five minutes with it to know that this is a game that has cost them some wedge. Thankfully, it’s also brilliant. I sat down with it for quite a while and the tense gameplay as you make your way across the fungus-infected skyscrapers of Boston is tremendous. The script is tight, the acting is quality, the score is stirring and the story is compelling.

If, like Tomb Raider, it fails then it’s a huge blow for Sony. For most of us that’s by the by, but if it fails I worry it will be a huge blow to gamers. I like blockbusters, huge games with huge budgets. Of course, they have to be great to play — they absolutely need to justify that £39.99 price tag. But I fear we’ll end up in a gaming world where we are all playing throwaway low-budget games for 69p made in bedrooms because no one’s willing to gamble on the big stuff. I hope The Last Of Us gets the success it deserves. Otherwise it may well end up The Last Of Them. DEREK BROWN – http://www.thesun.co.uk/sol/homepage/fun/gaming/4933329/Lets-hope-The-Last-of-Us-isnt-the-last-shot-at-big-budget-blockbuster-gaming.html

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“Wolfenstein: The new order” será lançado ainda este ano

Posted by REPÚBLICA BANANA PEOPLE em maio 8, 2013

  • Continuação da famosa franquia se passa em um universo onde os nazista venceram a Segunda Guerra Mundial

O mundo sombrio do game Wolfenstein, um dos primeiros jogos em primeira pessoa a estourar, retorna ainda este ano. A empresa Bethesda anunciou que “Wolfenstein: The new order” será lançado para consoles e PCs até o final de 2013.

“Wolfenstein: The new order” se passa em 1960, em uma linha do tempo alternativa, onde os nazistas ganharam a Segunda Guerra Mundial e passou a ser a potência mundial dominante. O herói do jogo é o conhecido William Joseph “B.J.” Blazkowicz, estrela dos outros jogos da franquia. Blazkowicz precisa se infiltrar em fortalezas nazistas espalhadas pela Europa, combater hordas de inimigos, e assumir o controle de “super armas”, que está sendo desenvolvidas pelos nazistas.

“Wolfenstein: The new order” é o primeiro título da MachineGames, um estúdio sueco que foi fundada por ex-desenvolvedores da Starbreeze Studios, conhecido pelos jogos da série “As Crônicas de Riddick”. A Bethesda adquiriu a MachineGames em 2010, e a licença para todos os jogos da série Wolfenstein quando adquiriu a id Software.

– Estamos muito animado para trazer um novo capítulo de Wolfenstein para os jogadores em todos os lugares”, disse Jens Matthies, diretor de criação da MachineGames – Como fãs da série, trabalhar neste jogo é uma honra, e nossa equipe quer criar uma experiência de ação e aventura inesquecível para deixar os fãs orgulhosos.

De acordo com a Bethesda, o jogo será lançado para Xbox 360, PlayStation 3, consoles da “próxima geração” e PCs no 4 º trimestre de 2013. http://oglobo.globo.com/tecnologia/wolfenstein-the-new-order-sera-lancado-ainda-este-ano-8322635

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