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Archive for the ‘Aviônica’ Category

Busca do avião desaparecido ruma mais para Sul

Posted by REPÚBLICA BANANA PEOPLE em agosto 28, 2014

As buscas pelo avião malaio desaparecido a 8 de março no oceano Índico vão ser retomadas mais a sul. A informação foi avançada após o acordo entre a Austrália e Malásia para partilha de custos na última fase de investigações.

A nova fase de buscas começará no próximo mês e poderá durar até um anoA nova fase de buscas começará no próximo mês e poderá durar até um ano / Reuters / China Daily

O vice-primeiro-ministro australiano, Warren Truss, afirmou esta quinta-feira que as buscas pelo avião da Malaysia Airlines, do voo MH370, que desapareceu dos radares a  8 de março, necessitam de ser redirecionadas para sul, ainda que se mantenham na área de 60 mil quilómetros quadrados inicialmente definida. Peritos que acompanham os trabalhos acreditam que o avião terá “virado a Sul mais cedo do que previsto”, segundo informações recolhidas a partir de dados de satélite.

“Certas informações sugerem que as zonas situadas um pouco mais a Sul – no interior da zona de buscas mas mais a Sul – são particularmente interessantes e prioritárias”, afirmou Truss. O vice-primeiro-ministro explica que, quando o avião (ainda no ar) desapareceu dos radares, profissionais em terra da companhia de aviação tentaram estabelecer contacto através de um telefone de satélite. A operação não teve sucesso mas “permitiu ajudar a localizar o avião e a sua direção”.

As declarações do vice-primeiro-ministro foram proferidas depois da assinatura de um acordo entre a Malásia e a Austrália para a nova fase de buscas. O entendimento prevê a partilha de custos nas buscas do Boeing 777 da companhia malaia, que partira da capital da Malásia, Kuala Lumpur, em direção a Pequim, na China, caindo e desaparecendo em pleno Índico, perto da Austrália, com 239 pessoas a bordo.

A informação da repartição de custos entre os dois países foi avançada pelo ministro dos Transportes malaio, Liow Tiong Lai, esta quinta-feira, em conferência de imprensa. Na verdade, a Austrália já colocou de parte entre 80 milhões e 90 milhões de dólares australianos para prosseguir as buscas. Liow Tiong Lai acrescentaria ainda um agradecimento ao papel das autoridades australianas neste processo: “Gostaríamos de agradecer à Austrália por liderar as investigações”. – Ler mais: http://expresso.sapo.pt/busca-do-aviao-desaparecido-ruma-mais-para-sul=f887371#ixzz3BhHvUWxb

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Avião escoltado por suspeitas de engenho a bordo

Posted by REPÚBLICA BANANA PEOPLE em agosto 5, 2014


Segundo a Sky News, a polícia de Manchester deteve um indivíduo que seguia no avião da Quatar Airways que foi escoltado por um caça da Força Aérea britânica na sequência de informações recebidas pelo piloto de que existia um engenho a bordo. O caso foi tratado como uma “emergência total”, uma vez que se desconhecia se a ameaça era verdadeira ou não. O caça da Força Aérea britânica escoltou o aparelho da Qatar Airways, com 269 passageiros e 13 tripulantes, até que este aterrasse no aeroporto de Manchester, tendo todas as descolagens e aterragens sido suspensas durante cerca de 25 minutos. Os passageiros abandonaram o avião normalmente.

Antes disso, o superintendente John O’Hare, da polícia de Manchester, pediu às pessoas que não se alarmassem com o aparato policial. “Não sabemos se a ameaça é genuína mas é absolutamente vital que abordemos esta situação como uma emergência. Assim, as pessoas vão ver polícias e agentes de outras organizações no aeroporto e na pista de aterragem. Apelamos para que não se alarmem”, disse. “A nossa resposta será tão exaustiva quanto proporcionada, enquanto a nossa principal preocupação são as pessoas a bordo e nos arredores do aeroporto”, acrescentou. A Qatar Airways emitiu um comunicado em que explicou que mal recebeu a ameaça alertou as autoridades britânicas e que a tripulação está a colaborar com a polícia. A escolta foi filmada por um passageiro que seguia no avião da companhia do Qatar, que fazia a ligação entre Doha e Manchester. A 25 de julho tinha acontecido uma situação semelhante. Dessa vez, um avião da companhia canadiana Sunwing com destino ao Panamá foi escoltado de volta até Toronto por dois caças americanos, devido às ameaças proferidas por um passageiro. S.F. – http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=4064900&seccao=Europa&page=-1

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Avião malaio foi abatido por míssil na Ucrânia

Posted by REPÚBLICA BANANA PEOPLE em julho 17, 2014

Avião malaio foi abatido por míssil na Ucrânia

Destroços ao longo de mais de 15 quilómetros

(Em atualização) Um avião da Malaysia Airlines com 295 pessoas a bordo despenhou-se na Ucrânia, próximo da fronteira com a Rússia, quando seguia de Amesterdão, na Holanda, para Kuala Lumpur, na Malásia. Fontes militares dos EUA confirmaram que o aviao foi abatido por um míssil terra-ar.

Fontes militares norte-americanas, confirmaram hoje, ainda que não oficialmente, deixar claro que a aeronave foi atingida por um míssil terra-ar. Segundo a imprensa norte-americana, a análise militar ainda está a tentar descortinar a proveniência do ataque.

foto Arquivo/Reuters
Avião malaio foi abatido por míssil na Ucrânia
Avião desaparecido era um Boeing 777

Um adjunto do ministério ucraniano do Interior confirmou que o avião foi abatido e que morreram todas as pessoas a bordo. “Um avião comercial que viajava de Amesterdão para Kuala Lumpur foi abatido por um míssil terra-ar… 280 passageiros e 15 tripulantes morreram”, disse Anton Gerashchenko, pouco depois da queda do aparelho, citado pela filial ucraniana da agência Interfax. O aparelho, um Boeing-777 da Malaysia Airlines, que fazia a ligação entre Amesterdão e Kuala Lumpur, desapareceu dos radares da Ucrânia a uma altitude de 10 mil metros.

O avião perdeu a comunicação com terra na região oriental de Donetsk, perto da cidade de Shaktarsk, e palco de combates entre forças governamentais ucranianas e rebeldes federalistas pró-russos. As caixas negras do avião foram encontradas precisamente pelos separatistas, que garantem que as vão enviar para a Rússia, para análise. Uma fonte do ministério, não identificada, disse à Reuters que o avião foi abatido pelas milícias pro-russas. Os separatistas acusam Kiev de ser responsável pela queda da aeronave. “Aparentemente, é um avião comercial com passageiros a bordo abatido pela Força Aérea Ucraniana”, disse Aleksander Borodai, o líder dos separatistas pró-russos, em declarações ao canal de televisão “Rossiya 24 TV”.

O presidente ucraniano desmente. “Não excluímos a hipótese de o avião malaio ter sido abatido, mas sublinhamos que as forças militares ucranianas não fizeram qualquer disparo sobre alvos aéreos”, disse Petro Poroshenko, apresentando condolências às famílias das vítimas. “Não é um incidente, não é uma catástrofe, é um ato terrorista”, transmitiu, posteriormente, o porta-voz do presidente através do Twitter. O primeiro-ministro ucraniano, Areseny Yatseniuk, ordenou já um inquérito àquilo a que chamou de “catástrofe aérea”, disse a porta-voz, Olga Lappo.

Destroços e corpos no chão

A Agência Reuters, citando uma fonte do Ministério da Emergência, diz que há partes de corpos espalhados por um raio de 15 quilómetros e que pelo menos 100 cadáveres foram já avistados no local em que caiu o avião, em Torez, perto de Shakhtersk, a cerca de 40 quilómetros da fronteira com a Rússia, onde estão a ocorrer combates entre as forças governamentais e milícias pró-russas. O correspondente do “The New York Times” diz que há “corpos ainda nos assentos, com o cinto de segurança colocado”.

Os pedaços de fuselagem da aeronave eram brancos, azuis e vermelhos, precisamente as cores da companhia aérea da Malásia.

A companhia aérea, a mesma do avião desaparecido em março ao levantar de Kuala Lumpur e que nunca foi encontrado, já confirmou o incidente. Os familiares das vítimas estão já a reunir-se no aeroporto de Schipol. O primeiro-ministro da Malásia, Najib Razak, foi cauteloso na abordagem ao incidente e sustentou que foi já aberto um inquérito. “Estou chocado com as informações de que um avião da Malaysia Airlines caiu. Estamos a lançar já uma investigação”, disse, em declarações à Agência Reuters. O presidente russo, Vladimir Putin, informou entretanto o homólogo norte-americano, Barack Obama, de que um avião da Malásia Airlines se tinha despenhado em território ucraniano, informou o Kremlin.

Os presidentes russo e norte-americano estavam ao telefone, para uma conversa já agendada para discutir a questão ucraniana, quando Putin foi informado de que um avião malaio teria caído, tendo informado logo Obama. O incidente ocorre num dia em que Moscovo e Kiev trocam acusações sobre o eventual abate de um avião militar ucraniano na fronteira com a Rússia. “Um avião militar da Força Aérea da Federação Russa atingiu um avião SU-25 ucraniano sobre o território da Ucrânia” , disse o Conselho de Segurança e Defesa de Kiev através da conta na rede social Twitter, acrescentando que o piloto conseguiu ejetar-se. http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=4032624&page=-1

Um míssil derruba um avião malásio com 295 ocupantes no leste da Ucrânia

A aeronave fazia a rota entre Amsterdã e Kuala Lumpur. As agências de inteligência dos Estados Unidos concluíram que o avião foi derrubado por um míssil terra-ar

Equipes de emergência entre os corpos. / Reuters-LIVE! / Reuters

Um Boeing 777 da companhia aérea da Malásia (Malaysia Airlines), em trânsito de Amsterdã a Kuala-Lumpur, caiu nesta quinta-feira na região ucraniana de Donetsk, na zona de conflito armado entre as autoridades centrais de Kiev e os rebeldes independentistas. No avião, viajavam 295 pessoas – 280 passageiros (entre eles, várias crianças) e 15 membros da tripulação. Ninguém sobreviveu.

Entre os falecidos, 154 eram holandeses; 27 da Austrália; e 23 da Malásia. As demais vítimas são da Indonésia (11), do Reino Unido (6), Alemanha (4), Bélgica (4), Filipinas (3) e Canadá (1), segundo o que explicou um porta-voz da companhia no aeroporto de Amsterdã, informa Isabel Ferrer. Há pessoas cuja nacionalidade ainda permanece desconhecida.

As agências de inteligência dos Estados Unidos chegaram à conclusão de que o avião foi derrubado por um míssil terra-ar, mas ainda não conseguiram averiguar quem o lançou, informa Sílvia Ayuso de Washigton. Uma fonte de um organismo de segurança disse à CNN que um radar tinha registrado como um sistema de míssil terra-ar rastreava um avião justo antes de do desastre do Boeing. “Essa é uma zona em disputa. Vai demorar para reunir informação sobre as intenções de quem estiver envolvido”, declarou outra fonte ao Washington Post.

A aeronave voava a 10.600 metros de altura e se encontrava a 60 quilômetros da fronteira russa quando caiu envolvido em uma nuvem enorme e densa de fumaça negra, em um campo próximo à localidade de Shajtersk, a 80 quilômetros de Donetsk. Em torno aos restos do Boeing, em parte carbonizados e em chamas, ficaram espalhados os restos mutilados dos passageiros e seus pertences. O território do acidente está em uma zona controlada pelos rebeldes da autodenominada República Popular de Donetsk (RPD).

As autoridades ucranianas em Kiev e os independentistas em Donetsk imediatamente trocaram acusações mútuas sobre a derrubada do avião. Ao parecer, o acontecimento é a trágica culminação da escalada antiaérea dos últimos dias entre as partes em conflito na zona. A companhia alemã Lufthansa, a francesa Air France, a turca Turkish Airlines e as russas Aeroflot e Transaereo, entre outras, decidiram evitar o espaço aéreo da Ucrânia.

Anton Geráschenko, o conselheiro do ministro do Interior da Ucrânia, manifestou em Kiev que o avião tinha sido derrubado por rebeldes independentistas com a ajuda de um complexo antimísseis Buk (um sistema sofisticado e moderno, segundo os especialistas russos). Geráshenko afirmou ao canal de televisão Dozhd que seu departamento tinha dezenas de testemunhas do lançamento de um míssil nas proximidades da cidade de Snezhnoe (na zona controlada pelos separatistas). Geráshenko acusou também a Rússia de ter entregado os Buk a combatentes da RPD. Os rebeldes tentaram fabricar complexos de mísseis desse tipo há aproximadamente um mês nas proximidades de Lugansk, mas seus equipamentos resultaram defeituosos, segundo afirmava o canal russo de televisão Russia-24.

Representantes da RPD declararam ao Russia 24 que carecem de meios bélicos para derrubar um avião na altura em que voava o Boeing malásio. Alexandr Baradái, o cidadão russo que dirige o governo da RPD, disse que seus lança-mísseis portáteis podiam alcançar “no máximo entre 3.000 e 4.000 metros” e acusou as Forças Aéreas da Ucrânia do acontecimento, que qualificou como “uma provocação intencionada”. Baradái disse que estava disposto a entregar a caixa preta do avião a especialistas internacionais. Em Kiev, no entanto, temem que a caixa preta seja transferida à Rússia, que veem como parte implicada no conflito. O presidente russo, Vladimir Putin, conversou com seu colega norte-americano, Barack Obama, depois de saber do desastre. Putin transmitiu suas condolências às autoridades da Malásia.

As informações sobre os complexos de mísseis em poder dos independentistas são um pouco confusas. A agência russa Itar-Tass disse, em Lugansk, que os rebeldes não tinham sistemas Bug, mas, no fim de junho, tinham informado que os separatistas haviam conseguido o controle de uma dessas unidades. As informações dos especialistas entrevistados pelos canais russos de televisão sobre os Bug, se podiam ter alcançado o Boeing, também não eram suficientemente claras. Em 2001, as forças aéreas da Ucrânia derrubaram por um equívoco, sobre o mar Negro, um avião civil da companhia russa Sibir que se dirigia de Tel Aviv a Novosibirsk com 66 pessoas a bordo. O acontecimento, sem sobreviventes, foi motivado por um erro de cálculo ao disparar um míssil com um sistema S-200.

A queda do Boeing malásio foi precedida por várias quedas de aeronaves. Na quinta-feira, o porta-voz do Conselho Nacional de Segurança e Defesa da Ucrânia, Andriy Lysenko, acusou a Rússia de derrubar um avião militar SU ucraniano na quarta-feira à noite. O piloto do avião se salvou pulando. As autoridades da Ucrânia afirmaram que os mísseis que derrubaram a aeronave foram disparados do território da Rússia. “É possível que o disparo tivesse sido realizado por meio de mísseis ar-ar das forças aéreas russas que estavam patrulhando a fronteira”, manifestou um porta-voz do ministério da Defesa da Ucrânia. O presidente Petro Poroshenko ordenou ao seu ministro de Exterior que reagisse oficialmente depois que fossem divulgadas as informações, segundo as quais os mísseis Grad foram disparados contra as forças da Ucrânia na região de Lugansk a partir do povoado russo de Gukovo, perto da fronteira ucraniana. O porta-voz afirmou que um segundo avião foi alcançado por um míssil terra-ar, mas que o piloto conseguiu aterrissar sua aeronave. Já o chefe rebelde Igor Strelkov (um cidadão russo cujo verdadeiro sobrenome é Girkin) disse que dois aviões Su-25 foram derrubados durante combates na região fronteiriça de Marinivka.

Tragédia aérea na Ucrânia (leia em espanhol). Fonte: Flightradar24.com, Malaysia Airlines e agências. / EL PAÍS

Depois do acidente desta quinta-feira, a Eurocontrol, agência europeia para a segurança na navegação aérea, informou que o espaço aéreo do leste da Ucrânia foi fechado até nova ordem. Antes, a agência que regula a aviação civil nos EUA emitiu um alerta às empresas aéreas para que evitassem a fronteira entre Ucrânia e Rússia, e a seguir linhas aéreas de todo o mundo anunciaram pouco a pouco que evitariam sobrevoar a área; entre elas Air France, British Airways e Vueling.

No aeroporto de Amsterdã-Schiphol, de onde partiu o voo, o Governo transformou um café em centro de informações para as famílias. Ao menos 20 pessoas que haviam comprado viagens na agência holandesa D-reizen estavam a bordo. No aeroporto confirmaram que o voo MH017, da Malaysia Airlines, saia diariamente de Holanda com destino a Kuala Lumpur. O que caiu nesta quinta utilizava também o código KL4103, compartilhado (code share, em termos técnicos) com a companhia aérea holandesa KLM, informa Isabel Ferrer, de Haia.

O primeiro-ministro liberal, Mark Rutte, voltou de suas férias “para acompanhar a situação de perto” e expressou seus mais sentidos pêsames aos familiares das vítimas. O ministro da Justiça, Ivo Opstelten, prometeu que abrirá de imediato uma investigação “embora demorará para se saber o que ocorreu”. “Faremos tudo o possível para informar aos familiares”. O Rei Guilherme Alexandre, da Holanda, se mostrou abalado e expressou seu desejo de que as famílias saibam o mais rapidamente possível o que ocorreu com seus entes queridos.

“Estou impactado pelas notícias de que um avião malásio caiu”, declarou o primeiro-ministro da Malásia, Najib Razak, no Twitter, que também ordenou o início de uma investigação. Os Estados Unidos asseguram que estão acompanhando muito de perto o caso, mas declaram que, no momento, não podem confirmar nenhum detalhe do acontecido, incluindo se havia cidadãos do país a bordo do avião. “Essa é nossa maior prioridade”, garantiu o presidente Barack Obama no estado de Delaware, onde se encontra fazendo uma visita.

O mandatário classificou o acontecimento de “terrível tragédia” e anunciou que que os EUA estão dispostos a oferecer “qualquer ajuda necessário para determinar que aconteceu e por quê”. Segundo confirmou antes a Casa Branca, Obama soube pela primeira vez da queda do avião conversando com seu homólogo russo, Vladimir Putin. Ambos estavam debatendo – “a pedido de Moscou”, reforça Washington – o endurecimento das sanções contra a Rússia pela crise da Ucrânia, anunciadas na véspera. O Departamento de Estado norte-americano também acompanha de perto a evolução da situação. A embaixada estado-unidense em Kiev mantém “contato estreito” com as autoridades locais sobre o incidente, informa, de Washigton, Silvia Ayuso – http://brasil.elpais.com/brasil/2014/07/17/internacional/1405610635_969238.html

Serviços Secretos dizem que avião foi abatido por míssil

Serviços Secretos dizem que avião foi abatido por míssil
Fotografia © REUTERS/Maxim Zmeyev 

A imprensa americana avança que os serviços de informação dos Estados Unidos já confirmaram que o avião que se despenhou no leste da Ucrânia foi abatido por um míssil terra-ar.De acordo com os sites de várias publicações de referência nos Estados Unidos, resta saber quem disparou o míssil. Responsáveis norte-americanos confirmaram entretanto à agência AFP que “acreditam fortemente” que o aparelho terá sido abatido por um míssil terra-ar e que estão a analisar os factos para determinar quem o terá lançado: separatistas pró-russos do leste da Ucrânia; soldados russos do outro lado da fronteira; ou forças ucranianas. O vice-presidente norte-americano, Joe Biden, afirmou entretanto que essa é a hipótese mais provável, ainda que não haja certezas. “Aparentemente foi abatido. Abatido, não um acidente. Explodiu no céu”

Desde que surgiu a informação da queda do aparelho, que viajava de Amesterdão, na Holanda, para Kuala Lumpur, na Malásia, com 295 pessoas a bordo, que havia suspeitas de que este fora abatido. O governo ucraniano e os separatistas pró-russos acusavam-se mutuamente. “Não excluímos que este avião (malaio) tenha sido abatido e sublinhamos que as forças armadas ucranianas não efetuaram disparos suscetíveis de atingir um alvo aéreo”, adiantou um comunicado do Presidente da Ucrânia, Petro Poroshenko. O líder separatista pró-russo, Alexander Borodai, negou qualquer envolvimento neste incidente e defendeu que o avião foi abatido pelas forças ucranianas.

“Testemunhas viram o Boeing 777 atacado por um caça ucraniano. De seguida, o avião partiu-se em dois e caiu sobre o território da ‘República de Lugansk’ [autoproclamada pelos separatistas no lesta da Ucrânia]. Após o ataque, o avião ucraniano foi abatido e também caiu em território da ‘República de Lugansk'”, indicou a página oficial na Internet desta região separatista. No entanto, um comando separatista tinha indicado que os rebeldes federalistas pró-russos abateram um avião de transporte militar ucraniano An-26 sensivelmente à mesma hora e na zona onde se despenhou hoje o avião das linhas aéreas da Malásia.

Igor Strelkov (Guirkine), “ministro da Defesa” da “República popular de Donetsk”, colocou na sua página na rede social do Facebook um vídeo que mostra uma espessa nuvem de fumo que se eleva do local de impacto do aparelho abatido. O vídeo é muito semelhante a imagens precedentes inseridas no Youtube e identificadas como as da queda do avião das linhas aéreas da Malásia. Os rebeldes pró-russos informaram de seguida que o avião malaio foi abatido pelas forças armadas ucranianas, e denunciaram uma “provocação”. A Ucrânia já desmentiu que a sua aviação tenha efetuado disparos no dia de hoje. S.F. com agências – http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=4033454&page=-1

Avião abatido faz 295 mortos

Atualização ao minuto da tragédia na Ucrânia.

Um avião da Malaysia Airlines despenhou-se, esta quinta-feira, junto à fronteira da Rússia com a Ucrânia. Seguiam a bordo do aparelho, um Boeing 777, 295 pessoas. Não há sobreviventes. O voo era proveniente de Amesterdão e tinha como destino Kuala Lumpur. (Veja o vídeo no final do texto)

00h15: Centenas de pessoas reúnem-se esta noite na embaixada holandesa na Ucrânia para lembrar as vítimas.

23h35: A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em baixa, após o despenhamento do avião comercial malaio no leste ucraniano, que alegadamente foi abatido, com os investidores receosos das consequências económicas da escalada da tensão nesta região.

23h30: Obama e o presidente ucraniano dizem que os destroços devem permanecer intatos para as investigações.

23h00: As nacionalidades das vítimas já foram divulgadas: 154 holandeses, 27 australianos, 3 filipinos, um canadiano, seis britânicos, 23 malaios, onze indonésios, quatro alemães e quatro belgas. A bordo estariam ainda quatro franceses e 23 norte-americanos. Estão ainda por identificar 47 nacionalidades de passageiros.

22h17: O conselho de Segurança das Nações Unidas convocou para esta sexta-feira uma reunião de emergência sobre a situação na Ucrânia.

22h00: Recorde o desaparecimento do voo MH370, em março deste ano. Curiosamente, o mesmo modelo de Boeing (777-200ER) que foi abatido na Ucrânia.

21h21: A companhia aérea portuguesa TAP – Air Portugal informou esta quinta-feira que “não utiliza o espaço aéreo ucraniano”, onde, no leste do país, se despenhou um avião da Malaysian Airlines, alegadamente abatido por um míssil. Após várias companhias aéreas europeias e uma norte-americana terem anunciado a suspensão dos voos sobre o leste da Ucrânia e de a organização europeia de segurança e navegação aérea (Eurocontrol) ter restringido este espaço, a TAP – Air Portugal esclareceu à agência Lusa que não o utiliza.

20h54: A organização europeia de segurança e navegação aérea (Eurocontrol) anunciou o encerramento do espaço aéreo do leste da Ucrânia, na sequência do despenhamento do avião da Malaysia Airlines, naquela região da Ucrânia. As autoridades ucranianas encerraram todas as rotas que sobrevoavam o leste do país, anunciou a Eurocontrol.

20h25: Conheça a história do passageiro que partilhou uma foto do avião, mesmo antes de ambarcar no voo MH-17 da Malaysia Airlines.

20h15: Um comando separatista indicou que os rebeldes federalistas pró-russos abateram um avião de transporte militar ucraniano An-26 sensivelmente à mesma hora e na zona onde se despenhou esta quinta-feira o avião das linhas aéreas da Malásia. Igor Strelkov (Guirkine), “ministro da Defesa” da “República popular de Donetsk”, colocou na sua página na rede social do Facebook um vídeo que mostra uma espessa nuvem de fumo que se eleva do local de impacto do aparelho abatido. O vídeo é muito semelhante a imagens precedentes inseridas no Youtube e identificadas como as da queda do avião das linhas aéreas da Malásia. “Acabamos de abater um AN-26 perto de Snijne”, escreveu às 13h37 TMG (14h37 em Lisboa).

20h05: A IATA, Associação Internacional de Transporte Aéreo, acredita que o avião não estava em espaço aéreo restrito.

20h02: O presidente russo dá as condolências ao primeiro-ministro malaio.

20h00: Pró-separatistas russos dizem ter encontrado a ‘caixa negra’ do avião.

LOCAL DO ÚLTIMO CONTATO DO VOO MH17 COM A TORRE DE CONTROLO

19h55: ‘É a nossa prioridade. Dei indicações à equipa de Segurança Nacional para estar em contato com o Governo ucraniano. Os Estados Unidos vão oferecer toda a assistência que puderem para ajudar a determinar o que aconteceu e porquê. Enquanto país, a nossas orações e os nossos pensamentos estão com as famílias dos passageiros e com os seus países” disse Obama em conferência de imprensa em Delaware.

19h50: Conheça ao pormenor o modelo 777-200ER da Boeing.

19h13: O ministro dos Negócios Estrageiros francês avança que estavam pelo menos quatro franceses dentro do avião, noticia a Reuters.

O MOMENTO EM QUE O AVIÃO DESCOLA DE AMESTERDÃO FOI CAPTADO POR UM FOTÓGRAFO

18h57: O Governo português desconhece, por enquanto, se existiam portugueses a bordo do avião da Malaysia Airlines que se despenhou esta quinta-feira no leste da Ucrânia com 295 pessoas a bordo, disse o secretário de Estado das Comunidades. “A Direção Geral dos Assuntos Consulares está a fazer todas as diligências possíveis no sentido de saber se há portugueses ou lusodescendentes entre os passageiros do avião”, afirmou José Cesário à agência Lusa. O governante referiu ainda que este caso está a ser alvo de averiguações e que a empresa aérea não está a divulgar informações.

18h53: Os serviçõs de emergência russos pedem a autorização a kiev para ajudar nos trabalhos de resgate.

18h52: Petro Poroshenko, o presidente ucraniano, diz que a causa da queda do avião foi “um ato de terrorismo”.  ” Isto não é um incidente, não é uma catástrofe, é um ato de terrorismo”.

18h44: O Ministro do Interior ucraniano avança que morreram mais de 300 pessoas neste voo. Entre os passageiros estavam 23 cidadãos norte-americanos.

18h42: O primeiro-ministro holandês estava numa reunião em Bruxelas e está agora a caminho da Holanda.

“Estou profundamente chocado com as dramáticas informações que chegaram da queda do voo MH17 das Malaysia airlines”, disse o primeiro-ministro que ainda não entrou em contato com o presidente ucraniano.

Várias agências de viagens confirmaram à imprensa holandesa que venderam dezenas de bilhetes para holandeses para aquele voo.

18h36: Várias companhias aéreas já afirmaram que se recusam a voar sobre espaço aéreo ucraniano e já cancelaram voos. Entre as companhias estão a Lufthansa, a companhia russa Transaero e a Aerofolt e a companhia Turkish Airlines.

18h17: “O Presidente russo informou o Presidente dos Estados Unidos de informações de controladores aéreos que tinham chegado momentos antes da conversação telefónica e que indicavam que o avião se tinha despenhado na Ucrânia”, disse o Kremlin através de comunicado.

18h15: Najib Razak, primeiro-ministro malaio, diz-se “chocado” com as informações que estão a chegar sobre o avião e já começaram as investigações. O primeiro-ministro manifestou-se no twitter.

18h10: A Ucrânia fechou o espaço aéreo à volta de Donetsk cerca de 90 minutos depois do avião ter desaparecido dos radares.

CLIQUE NA IMAGEM PARA VER A FOTOGALERIA

17h30: Lufthansa decidiu evitar voar sobre espaço aéreo ucraniano. Decisão com efeitos imediatos.

17h29: O presidente russo Vladimir Putin está neste momento reunido com o presidente norte-americano, Barack Obama, na Ucrânia para discutir a queda do avião.

17h28: Aleksander Borodai, líder separatista, culpou as forças ucranianas pelo abate do avião. Kiev negou o envolvimento das Forças Armadas da Ucrânia.

17h27: Dezenas de corpos estão espalhados ao redor dos destroços fumegantes do avião. A descrição foi feita por um jornalista da Reuters.

O ministério de “Emergências”, segundo a Reuters, avança que foram encontrados pelo menos 100 corpos espalhados por uma área até cerca de 15 km dos destroços.

LOCAL DA QUEDA DO VOO MH17

17h25: Petro Poroshenko, o Presidente ucraniano não exclui a hipótese do avião ter sido abatido mas, garante à agência russa Interfax que as forças armadas ucranianas não estão envolvidos no abate do avião.

“Esta é a terceira situação deste género nos últimos dias depois dos aviões An-26 e SU-25 terem sido abatidos. Nós não excluímos que este avião também foi derrubado e sublinhamos que as forças armadas da Ucrânia não tiveram qualquer acção que visasse destruir alvos no ar “, disse o serviço de imprensa da presidência ucraniana.

17h20: O Primeiro-ministro ucraniano Areseny Yatseniuk ordenou uma investigação sobre a “catástrofe do avião” no leste da Ucrânia. A notícia foi transmitida pela porta-voz Olga Lappo.

17h15: Anton Gerashchenko, Ministro do Interior ucraniano, disse à agência russa Interfax que o avião foi abatido perto da cidade de Donetsk por um míssil terra-ar. O avião terá sido abatido em Torez, perto Shakhtersk, a cerca de 40 km da fronteira com a Rússia. Esta área tem sido parlo de confrontos entre as tropas ucranianas e os rebeldes pró-russos. As autoridades ucranianas avançam que os moradores encontraram destroços do avião.

16h55: Anton Gerashenko, conselheiro do ministro do Interior da Ucrânia, disse na sua página de Facebook que o avião voava a uma altitude de 10.000 metros (33.000 pés), quando foi atingido por um míssil disparado de um lançador de Buk. Um lançador semelhante foi visto por jornalistas da Associated Press, perto da cidade ucraniana oriental de Snizhne, esta quinta-feira de manhã.

16h50: Malaysia Airlines, publicou na sua conta de Twitter que a companhia “perdeu contato com o voo MH17″. A última posição conhecida foi sobre espaço aéreo ucraniano”.

16h45: Agência russa diz que o avião foi abatido por um míssil terra-ar. Desapareceu dos radares aos 10 mil metros de altitude.

280 passageiros e 15 tripulantes morreram segundo declarações do Ministro do Interior ucraniano à agência russa Interfax.

O avião, Boeing 777 da Malaysia Airlines, que fazia a ligação entre Amesterdão e Kuala Lumpur, desapareceu esta quinta-feira dos radares da Ucrânia a uma altitude de 10.000 metros, informaram fontes policiais ucranianas à agência noticiosa russa Interfax. De acordo com uma fonte das forças de ordem ucranianas, citada pela Interfax-Ukraine, um grupo de socorristas do Ministério das Situações de Urgência dirigia-se para o local. O aparelho perdeu a comunicação com terra na região oriental de Donetsk, perto da cidade de Shaktarsk, e palco de combates entre forças governamentais ucranianas e rebeldes federalistas pró-russos. http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/aviao-abatido-faz-295-mortos

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Boeing 787-9

Posted by REPÚBLICA BANANA PEOPLE em julho 15, 2014

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