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Archive for 8 de agosto de 2014

“Meu ex-namorado matou Jim Morrison”

Posted by REPÚBLICA BANANA PEOPLE em agosto 8, 2014

Faithfull volta a apontar o suposto responsável pela morte do cantor: Jean de Breteuil

Marianne Faithfull, em um retrato de 1974. / Getty Images

É a sensação do último número da revista britânica Mojo. Falando rápido, Marianne Faithfull abre a conversa com o jornalista Tom Doyle afirmando que sabe quem matou Jim Morrison. Joga a responsabilidade sobre Jean de Breteuil, um aristocrata francês que fornecia drogas para as estrelas. Pela falta de notícias no verão no hemisfério norte, a suposta revelação armou certo rebuliço.

Mas, na realidade, não traz nada de novo. A sombra de Jean de Breteuil sempre rondou os acontecimentos de Paris no dia 3 de julho de 1971. Faithfull insiste que o cantor do The Doors sofreu “um acidente”, eufemismo para denominar a overdose que acabou com sua vida.

Jean de Breteuil, o homem que supostamente causou a morte de Jim Morrison.

Na verdade, Marianne não podia dizer outra coisa: aquela noite, decidiu não ir com o conde, que supostamente tinha um encontro com Morrison. “Pensei: ‘vou tomar uns Tuinal (barbitúricos) e não vou até lá.’ E ele [De Breiteuil] foi se encontrar com Jim Morrison e o matou. O que quero dizer é que tenho certeza que foi um acidente”, contou.

Pode ser que Marianne não esteja sendo totalmente sincera. Ela tinha caído em desgraça: de pertencer ao círculo superior do rock, por sua relação com os Rolling Stones, a depender quimicamente de Jean de Breteuil, de quem nunca se conta nada bom. O que se murmura, falando sobre o submundo junkie, é que Jean usava as drogas para levar lindas mulheres para sua cama. Uma das teorias mais perversas sugere que ele teve um caso com Pamela Courson, a companheira de Morrison; fornecer ao cantor heroína de alta qualidade seria uma forma de eliminar um obstáculo. Um disparate, já que Jean parecia se encaixar no perfil de groupie masculino: estava feliz de contar em seu harém com a ex de Mick Jagger e, ao mesmo tempo, estar em contato com o autor de The End.

Gay Mercader, o promotor de shows espanhol, teve um relacionamento com Breteuil em Paris: “Pertencia a um círculo de rapazes boêmios de famílias ricas, que fumavam haxixe, tomavam LSD e viajavam para a Índia. Podiam se permitir isso, eram herdeiros de grandes fortunas. Os Breteuil tinham, entre outros negócios, jornais na África. Inclusive, Jean morreu em uma mansão que tinham em Tanger”. Segundo suas lembranças, a heroína ainda não tinha entrado com força: “A última vez que nos vimos, lá por 1968, me vendeu um Rolex que ainda tenho. É possível que já estivesse usando heroína, mas claro, não aparentava.”

Sobrou para Breteuil: é o malvado deste filme. Segundo se conta, foi ele que vendeu a Morrison heroína de grande pureza. Achando que se tratava de cocaína, o cantor cheirou uma carreira que terminou sendo fatal, apesar da tentativa de Pamela de reanimá-lo, em uma banheiro cheia de água fria.

Outra versão, divulgada em 2007, coloca Morrison em um clube perto, o Rock ‘N’ Roll Circus, onde comprou heroína de dois vendedores de Jean. Segundo o DJ Sam Bernett, na época gerente do Circus, Jim sofreu a overdose em um banheiro do local. Ao serem localizados, os pobres traficantes transportaram o cadáver do “famoso cantor norte-americano” para seu apartamento na rue Beautreillis. Uma façanha que mereceria uma Medalha ao Trabalho.

Em qualquer um dos casos, depois de chamada a polícia, apareceu um legista. Foi dito a ele que Morrison tinha problemas de asma e que bebia muito, mas negaram que consumisse drogas. Por não encontrar marcas de picadas, o bom médico emitiu o parecer de que tinha sido vítima de uma parada cardio-respiratória e não pediu uma necropsia.

Essa extraordinária negligência, potencializada pelo secretismo que rondou seu enterro, que não contou nem mesmo com seus companheiros do The Doors, explica o terreno em que cresceram as mais fantasiosas ocorrências, de complexas conspirações à ideia de que Morrison fingiu sua morte em 1971 e passou a viver no anonimato. Como o trio central já morreu – Jim, Pamela, Jean – as especulações são livres.

E depois está o efeito Rashomon: assim como no filme de Kurosawa, cada testemunha tem uma visão do ocorrido. Muito sociável, Jim Morrison fez amigos em Paris, incluindo o jornalista musical Hervé Muller e a cineasta Agnès Varda. Jean de Breteuil era outro mais, com o mérito de que sabia onde conseguir drogas de qualidade.

Sendo ou não o responsável direto, há certa lógica em pensar que o conde se assustasse ao saber que Morrison tinha falecido. Em diferentes ocasiões, Marianne Faithfull explicou que se desfizeram da heroína que guardavam e fugiram para o Marrocos. Ali, Jean morreria pouco depois, vítima de uma overdose.

Um final suficientemente sórdido para aqueles que procuram simetrias: Jean de Breteuil pagou pelo mal que causou. Gay Mercader não concorda com essa ideia de justiça cósmica: “Já é desgraça suficiente morrer aos 22 anos e ainda por cima ser imortalizado como criminoso. Jean era um cara bonito e comunicativo. Se vendeu heroína a Jim Morrison, seria pelas mesmas razões que acolheu uma Marianne Faithfull quando ela estava por baixo: pela idolatria que todos sentíamos pelas estrelas de rock”. http://brasil.elpais.com/brasil/2014/08/06/cultura/1407327938_029388.html

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Eike Batista põe à venda por R$ 2,5 milhões Lamborghini que decorava sua sala

Posted by REPÚBLICA BANANA PEOPLE em agosto 8, 2014

Xodó do ex-bilionário, carro está em loja de Goiânia. Modelo atinge 100 Km/h em 2,9 segundos

Lamborghini do mesmo modelo que o empresário tinha na sala de casa – Divulgação

RIO – Quem tiver R$ 2,5 milhões disponíveis já pode comprar um dos “brinquedos” que, até pouco tempo, era um dos xodós de Eike Batista: sua Lamborghini Aventador LP700-4. O bólido — com 700 cavalos, que atinge até 350 quilômetros por hora e chega do zero aos 100 Km/h em apenas 2,9 segundos — está em uma loja especializada em veículos de luxo de Goiânia (GO), a M3 Motors. O carro, branco, ficava na sala da casa de Eike, juntamente com um de seus Mercedes preferidos.
O empresário Eike Batista, em foto de arquivo – FRED PROUSER / REUTERS

A informação de que o empresário colocou o luxo à venda foi dada pela coluna “Radar On-line”, da Veja. Oficialmente, a assessoria de imprensa do ex-bilionário não comenta o assunto. Não se sabe, assim, se o modelo será substituído na mansão do antigo sétimo homem mais rico do mundo por outro modelo. O mesmo modelo zero quilômetro, segundo a tabela Fipe, sai por R$ 2,947 milhões.

A loja ainda não anunciou a Lamborghini em seu site. Especializada em carros de luxo usados, este será seu quinto modelo a valer mais de um milhão. Dos 42 carros à venda no estabelecimento com informações na internet, 41 contam com preços publicados e, na média, cada veículo sai por R$ 351 mil. Na loja, ele será o segundo veículo da marca, que fará companhia a um Lamborghini Gallardo 2010, que está à venda por R$ 1,150 milhões. Read more: http://oglobo.globo.com/economia/eike-batista-poe-venda-por-25-milhoes-lamborghini-que-decorava-sua-sala-13533027#ixzz39oYuvDJN

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Doação ou Comissão? Você Decide Eleitor!

Posted by REPÚBLICA BANANA PEOPLE em agosto 8, 2014

Maiores doadores têm negócios e créditos com governo federal

Prática que se repete a cada eleição no país reforça relação de dependência entre empresas e Estado

RIO E BRASÍLIA —A primeira parcial de arrecadação dos candidatos à Presidência da República, divulgada pelo Tribunal Superior Eleitoral, repete a prática histórica de doações generosas de empresas que mantêm contratos com o governo federal e/ou são grandes tomadoras de dinheiro do BNDES. Por outro lado, mesmo quem ainda não tem contrato com o governo já pensa no futuro e também investe nos postulantes ao Palácio do Planalto.

A maior doadora das eleições até o momento não participa diretamente de licitações do governo. Mas a JBS Friboi, da holding J&F, tem fortes relações estatais: o BNDES é dono de 24,59% da maior empresa de proteína animal do mundo.

A empresa se agigantou com base em forte apoio federal. Ela foi eleita uma das “campeãs nacionais” e se tornou uma empresa global. O ano que marca a mudança da empresa é 2007: ela fez a abertura de capital, comprou a americana Swift e 50% da maior processadora de carne da Europa, se tornando a líder mundial em proteína animal. Seu faturamento saltou de R$ 4,7 bilhões em 2006 para R$ 92,9 bilhões em 2013. Sua dívida também cresceu de forma exponencial e hoje supera os R$ 32 bilhões.

Grande parte de seu aumento foi patrocinado pelo BNDES. Além de financiamentos que somaram R$ 2,1 bilhões desde 2005, o banco estatal destinou mais R$ 8,3 bilhões ao fortalecimento do grupo, com compra de ações, ampliações de capital ou adquirindo debêntures da holding. Para a atual gestão do banco, faz sentido o apoio para que o país tenha grandes empresas globais em um ambiente econômico cada vez mais competitivo.

A empresa não respondeu aos questionamentos do GLOBO, mas os dados do TSE indicam doações a candidatos de diversos estados e partidos. Algumas destas doações foram milionárias, como os R$ 5 milhões destinados tanto à campanha de reeleição de Dilma Rousseff quanto a seu principal oponente, Aécio Neves. Mas, até o momento, quem mais ganhou recursos foi o PMDB do Rio, que destinou parte dos R$ 6 milhões à candidatura de reeleição de Luiz Fernando Pezão. E a doação ocorreu dias após o grupo, que também é dono da Vigor, anunciar uma fábrica de lácteos de R$ 150 milhões em Barra do Piraí, base política do governador.

AMBEV USOU SUBSIDIÁRIAS PARA DOAÇÕES

Controlada pelo homem mais rico do Brasil, Jorge Paulo Leman, a produtora de bebidas Ambev doou R$ 21,4 milhões para o início da campanha de candidatos em oito estados e no Distrito Federal. Os três candidatos a presidente receberam dinheiro por meio de duas subsidiárias da Ambev, a CRBS e a Arosuco. A presidente Dilma Rousseff (PT) foi beneficiada com mais generosidade: R$ 4 milhões. Em nota, a Ambev afirmou que “não privilegia nenhum partido, candidato ou corrente política”. Explicou que distribuiu as doações segundo um “critério de proporcionalidade de representação das bancadas em nível federal, estadual e municipal”.

A Ambev é hoje uma das maiores multinacionais brasileiras e suas ações estão entre as dez mais valorizadas da Bovespa. Em 2013, teve um lucro líquido de mais de 9 bilhões de reais. A empresa é parte de um conglomerado internacional do ramo de bebidas, a Inbev, dona de marcas valiosas de cerveja como a brasileira Brahma e a americana Budweiser. Mesmo com o acesso a bancos de todo o mundo, a companhia não deixa de aproveitar o crédito barato do BNDES. Desde 2009, teve aprovados contratos de financiamento de mais de R$ 4,5 bilhões. Em janeiro deste ano, a Ambev assinou com o banco estatal um contrato de quase R$ 1 bilhão para implantação e modernização de unidades industriais no Brasil, assim como aquisição de máquinas e equipamentos nacionais, cujo financiamento é subsidiado pelo Tesouro Nacional. Não foi o maior financiamento que a Ambev já conseguiu do BNDES. Em outubro de 2011, teve aprovado crédito de R$ 1,9 bilhão para investimentos na área industrial.

EMPREITEIRAS AINDA TÍMIDAS

Tradicionais doadoras de campanha, as empreiteiras não se destacaram nesta primeira parcial, mas estão presentes. A Andrade Gutierrez, que entre janeiro de 2013 e ontem, recebeu R$ 394 milhões do governo federal, doou R$ 1 milhão para a campanha de Dilma, por meio do diretório do PMDB. A construtora Queiroz Galvão, que recebeu R$ 540 milhões, também entre janeiro de 2013 e ontem, doou R$ 2,5 milhões para o PMDB.

A UTC Engenharia, que mantém contratos com estatais como Petrobras, Eletrobras e Itaipu, distribuiu R$ 10,1 milhões para onze partidos. A direção nacional do PT, por exemplo, levou R$ 2,4 milhões, enquanto o PSDB ficou com R$ 500 mil.

O coordenador do Instituto Mais Democracia e professor da PUC, cientista político João Roberto Lopes Pinto, destaca que a apresentação de doadores mostra a relação estreita entre governos e empresas. Ainda tímidas nas prestações de contas apresentadas, a participação de empreiteiras, de acordo com o especialista, deve aumentar.

— As cinco maiores empreiteiras têm um histórico de serem os maiores doadores de campanha. No Rio, por exemplo, nas obras dos grandes eventos esportivos (Copa do Mundo e Olimpíadas) há a participação das principais empreiteiras do país. Foram, inclusive, acusadas de formação de cartel — disse Lopes Pinto. Henrique Gomes Batista, Alexandre Rodrigues, Marcelo Remígio e Fernanda Krakovics – Read more: http://oglobo.globo.com/brasil/maiores-doadores-tem-negocios-creditos-com-governo-federal-13530513#ixzz39oXSzSJr

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