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Líder das Avós da Praça de Maio já conheceu o neto

Posted by REPÚBLICA BANANA PEOPLE em agosto 8, 2014

A imagem que Ignácio revelou no seu Twitter.

A imagem que Ignácio revelou no seu Twitter. Fotografia © DR

Ignácio Hurban, que descobriu esta semana ser na realidade Guido Montoya Carlotto, filho de dois desaparecidos da ditadura militar argentina e neto da líder das Avós da Praça de Maio, divulgou no seu Twitter uma foto do encontro com Estela de Carlotto.

“Obrigado. Muito obrigado”, diz a legenda da imagem. O encontro entre os dois decorreu na quarta-feira à noite (madrugada de quinta-feira em Lisboa) na casa de Estela de Carlotto.

Depois de ter tido dúvidas sobre a sua identidade e ter descoberto que era adotado, Ignácio Hurban, de 34 anos, resolveu entrar em contacto com as Avós (uma organização dedicada a procurar as mais de 500 crianças que nasceram em cativeiro durante a ditadura) e realizar testes de ADN. Descobriu então quer era filho de Laura Carlotto e Waldir Oscar Montoya, que foram vítimas do regime militar. O pianista, compositor e professor de música dará hoje a primeira conferência de imprensa na sede das Avós da Praça de Maio. Susana Salvadorhttp://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=4070411&seccao=EUA%20e%20Am%E9ricas

Menina reencontra família 10 anos após tsunami

O encontro de Jannah (ao centro) com a mãe (à esq.) e a avó (à dir.)

Pais tinham dado a filha como morta após a catástrofe natural em 2004. Uma menina de 14 anos voltou a reunir-se com a família 10 anos depois de ter desaparecido no tsunami que atingiu a Indonésia. Aos quatro anos, Raudhatul Jannah e o irmão, de sete anos, separaram-se dos pais enquanto se agarravam a um pedaço de madeira flutuante nas águas violentas do tsunami. Os pais sobreviveram à catástrofe, mas, apesar das buscas, acabaram por não os encontrar. Em Junho deste ano, o tio de Raudhatul Jannah viu-a na rua e reconheceu-a, apesar dos anos que tinham passado. O homem descobriu que a menina tinha sido salva por um pescador durante o tsunami, que a levou para casa da sua própria mãe. A mulher cuidou da menina a quem chamou Weni.

Agora, Jannah já está de novo a viver com a família. A mãe, Jamaliah, afirmou estar disposta a fazer testes de ADN para comprovar que esta é a sua filha. Um jornal indonésio revelou que, apesar de já ter 14 anos, a menina fala pouco e ainda se encontra na quarta classe na escola devido à dificuldade de aprendizagem por causa do trauma que o tsunami lhe causou. Ainda assim, Jannah contou aos pais que o irmão também sobreviveu à catástrofe e que ambos ficaram presos numa ilha inabitada a 40 quilómetros da costa. Os pais vão agora voltar a procurar o seu filho, Arif, que terá agora 17 anos, com a esperança de que também tenha sido salvo por alguém. O tsunami no Oceano Índico, que ocorreu a 26 de dezembro de 2004, matou 230 mil pessoas em 14 países. J.S. – Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/internacional/mundo/menina-reencontra-familia-10-anos-apos-tsunami

Jovem que perdeu família recebe carta de Hogwarts J. K.

Rowling escreveu carta pessoal assinada com o nome da personagem de ficção Dumbledore. Cassidy Stay, sobrevivente a um ataque levado a cabo por um homem que matou os seus pais e os quatro irmãos, recebeu uma carta de J. K. Rowling sob o pseudónimo Dumbledore, o diretor da escola de magia de Hogwarts. A rapariga de 15 anos citou durante uma homenagem aos familiares uma frase de Albus Dumbledore do livro ‘Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban’. “A felicidade pode ser encontrada até nos tempos mais negros, se nos lembrarmos de ligar a luz”, foi a frase escolhida pela jovem.
A equipa de Rowling não quis revelar o conteúdo da carta, referindo apenas que se trata de um assunto privado. Já os criadores da página de Facebook que quer juntar Cassidy e J. K. Rowling afirmam que a autora lhe enviou também uma varinha e uma carta de aceitação em Hogwarts. Cassidy Stay perdeu os pais e os quatro irmãos, mortos por um ex-marido de uma tia. A polícia avançou na altura que a jovem salvou outros familiares ao ligar para as autoridades, quando o suspeito se dirigia para as suas casas. Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/internacional/mundo/jovem-que-perdeu-familia-recebe-carta-de-hogwarts

Google não deixa bombardear Gaza

Google Play removeu duas aplicações que permitem simular bombardeamentos aéreos israelitas em Gaza. Duas aplicações para smartphone que estavam disponíveis na Google Play, a loja de aplicações da Google, foram removidas esta semana depois de várias críticas nas redes sociais. ‘BombGaza’ e ‘Gaza Assault: Code Red’ permitiam ao utilizador assumir o papel de militares israelitas e lançar bombas sobre “células terroristas” em Gaza. Em ambos, o jogador também podia matar civis caso falhasse os alvos do seu ataque, terminando o jogo quando demasiados civis fossem mortos e o “índice de raiva” atingisse o máximo.
Durante as várias semanas em que os jogos estiveram disponíveis para download gratuito, estando um deles até aconselhada a pessoas de todas as idades – incluindo crianças -, as críticas à Google foram muitas nas redes sociais, nomeadamente através do Twitter, por permitir que milhões de pessoas em todo o mundo assumissem o papel de israelitas que matam palestinianos, numa altura em que o conflito entre as duas partes já fez cerca de duas mil vítimas mortais, nas últimas semanas. As aplicações foram removidas por “violar os termos das políticas da Google Play”, mas ainda há outras aplicações gratuitas que permitem ao utilizador simular o bombardeamento de Gaza, como o jogo Iron Dome. Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/lazer/ciencia/tecnologia/google-nao-deixa-bombardear-gaza

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