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Archive for 8 de julho de 2014

Alemanha 7 x Brasil 1 – Boches Aliviam Canarinhos de Humilhação Maior!

Posted by REPÚBLICA BANANA PEOPLE em julho 8, 2014

Brasil é humilhado pela Alemanha e amarga o pior vexame em Copas

Seleção toma de 7 a 1 no Mineirão: orgulho ferido

Minas Gerais – O país do futebol está com orgulho abalado. O maior vencedor da Copa do Mundo se curvou. Foi humilhado em casa. E com requintes de crueldade. A dor de 1950 se repete em 2014. A ferida está aberta. E vai demorar a cicatrizar. A Alemanha humilhou o Brasil. Decidiu o jogo em 29 minutos. E não precisou reinventar o futebol. Na verdade, mostrou algo que faltou à Seleção: talento. E de sobra. A vitória por 7 a 1 expõe a deficiência de um time que não empolgou no Mundial.

Marcelo se desespera com derrota no Mineirão – Foto:  Reuters

 

 

 

Sem Neymar, contundido, o Brasil foi presa fácil. Mas seria do mesmo jeito com o craque em campo. A Seleção mostrou os erros de sempre: meio-campo aberto e falta de inspiração. O país do futebol amargou a sua maior derrota em Copas do Mundo. O orgulho está ferido. O Brasil chora a vergonha de mais um desastre em campo ao receber uma Copa do Mundo. A Alemanha, que deu show de simpatia no Brasil e se aproximou com o uniforme rubro-negro, vai para a final. A oitava de sua história. Ela aguarda o vencedor entre Holanda e Argentina.

Neymar no Hino

Na execução do Hino, David Luiz, capitão sem Thiago Silva, ergueu e mostrou a camisa de Neymar: o craque estava representado em campo e nas arquibancadas. À capela, como de costume, a torcida mostrou que não faltaria incentivo.

O jogo

O Brasil tentou pressionar a Alemanha logo no início do duelo. Marcelo arriscou de longe. Neuer só acompanhou a bola ir para fora. O goleiro alemão trabalhou logo em sequência e interceptou cruzamento. Bernard estava pronto para marcar. A resposta europeia não demorou. Alemanha trocou passes com qualidade. Khedira surgiu na área e finalizou. A bola explodiu em Kroos. Sorte da Seleção.

Klose faz o segundo gol da Alemanha e quebra recorde de Ronaldo na história das Copas – Foto:  Reuters

 

 

 

A sorte, porém, não durou muito ao lado brasileiro. Aos 11 minutos, em vacilo da zaga após cobrança de escanteio, Müller ficou livre na área e completou para o fundo da rede: 1 a 0. Em vantagem, a Alemanha adotou a mesma tática que utilizou no jogo contra a França. Recuou e ficou pronta para dar o bote. Não demorou para passar por cima. O time alemão entrou tabelando. Kroos achou Klose. Ele precisou chutar duas vezes para vencer Julio Cesar. Foi o 16º gol do atacante em Copas do Mundo, passando Ronaldo e se isolando como o maior artilheiro em Mundias.

O Brasil sentiu o golpe. A Alemanha passou por cima. Àquela altura, havia só um time em campo. Em descida pela direita, Lahm cruzou. A bola se ofereceu a Kroos. Ele marcou o terceiro. O quarto aconteceu dois minutos depois. Fernandinho perdeu a bola, Khedira tocou para Kroos aumentar: 4 a 0. Nas arquibancadas, a torcida, perplexa, já chorava. E a dor aumentou três minutos depois. Khedira roubou bola, tabelou com Özil e marcou o quinto. O Mineirão assistia a um show alemão: 5 a 0 em 29 minutos minutos.

Torcedor alemão brinca e ironiza derrota brasileira – Foto:  Reuters

 

 

 

A Alemanha tirou o pé. O Brasil continuava perdido em campo. Foi um alívio o término do primeiro tempo. A Seleção foi para o intervalo sob vaias. Na volta do segundo tempo, Felipão colocou Paulinho e Ramires. Fernandinho e Hulk saíram. A Seleção tentou um abafa. Parou em Neuer. O goleiro defendeu chute de Oscar e depois fez parou Paulinho por duas vezes, com destaque para a bomba que defendeu à queima-roupa. Julio Cesar impediu o sexto em chute de Müller. Mas nada pôde fazer no arremate de Schürrle, que entrou no lugar de Klose. 6 a 0 Alemanha. Schürrle ainda fez o sétimo. Oscar fez o de honra. Uma honra abalada por um vexame em campo.

FICHA TÉCNICA

BRASIL 1X7 ALEMANHA

Estádio : Mineirão
Árbitro : Marco Rodrigues (México)
Gols : Müller (Alemanha, aos 11′ do 1ºT) e Klose (Alemanha, aos 23′ do 1ºT) e Kroos (Alemanha, aos 24′ e 26′ do 1ºT) e Khedira (29′) e Schürrle (24′ e 34′ do 2ºT) e Oscar (Brasil)
Cartão amarelo : Dante (Brasil)
Cartão vermelho : –

Brasil : Julio Cesar; Maicon, Dante, David Luiz e Marcelo; Luiz Gustavo, Fernandinho (Paulinho, no intervalo) e Oscar; Hulk (Ramires, no intervalo), Bernard e Fred (Willian). Técnico: Felipão.

Alemanha : Neuer; Lahm, Jérôme Boateng, Hummels (Mertesacker, no intervalo) e Höwedes; Khedira, Schweinsteiger, Toni Kroos, Özil e Thomas Müller; Klose (Schürrle, aos 12′ do 2ºT). Técnico: Joachim Löw.

Maior vexame da história do futebol brasileiro coloca Alemanha na decisão

Do UOL, em São Paulo

08/07/201418h48

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Brasil e Alemanha se enfrentam no Mineirão, pela semifinal da Copa59 fotos

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Foram 64 anos de espera. Durante cinco jogos, a seleção brasileira fez seu papel – com futebol bonito ou não, alcançou as semifinais. Perdeu seu craque nas quartas de final, Neymar. E entrou com a camisa dele em campo, como se mostrasse que jogaria pelo atacante, que a usaria como motivação. Mas o Brasil conseguiu permanecer no gramado do Mineirão, nesta terça-feira (8), por exatos 9 minutos sem levar um gol. A partir daquele instante, se iniciou o maior vexame da história do futebol brasileiro. A pior derrota do selecionado nos seus 100 anos de história. Em casa, na Copa que tinha como objetivo claro o término da maldição de 1950, a equipe foi humilhada pela Alemanha: 7 a 1. Gol brasileiro só de Oscar, bem no final do jogo, como consolação.

Quem diria que aquele vice mundial sofrido após gols de Schiaffino e Ghiggia para o Uruguai, em 1950, seguirá como o melhor resultado da seleção brasileira em Copas disputadas em casa. No próximo sábado, no clima mais melancólico possível, o Brasil entrará em campo em Brasília para a disputa do 3° lugar. Aos alemães, a final. Da forma mais merecida possível. Incontestável. Humilhante para os donos da casa.

Fases do jogo: A seleção jogou por nove minutos. Foi o tempo que a Alemanha demorou para descobrir que não teria adversário na semifinal da Copa do Mundo. Quando Thomas Müller, livre dentro da área em escanteio, tocou para o gol, ficou claro que a seleção brasileira não seria capaz de parar ninguém que conseguisse entrar em sua área. Foi simbólico: o principal artilheiro do rival livre, sozinho, no local mais perigoso de um campo. Treze minutos depois, quando Klose pegou rebote de seu próprio chute, e nenhum defensor brasileiro esboçou reação, começava a maior goleada sofrida pelo Brasil na história, e os seis minutos mais desesperadores do futebol brasileiro em todos os tempos.

Daquele gol de Klose ao de Khedira, aos 29 minutos, por quatro vezes a Alemanha conseguiu entrar na área brasileira e tocar para o gol de Júlio César sem dificuldade alguma. Toni Kroos fez os outros dois, para pela primeira vez em Copas o Brasil levar cinco gols no primeiro tempo de um jogo.
Deste ponto até o intervalo, era como se o jogo já tivesse acabado. A Alemanha voltou a tocar a bola em velocidade, como havia feito nos cinco jogos anteriores da Copa, e o Brasil não sabia o que fazer. Como parar aquele time que entrava para a história? Não com a apatia de Oscar e Fred, novamente com atuações péssimas. Não com Bernard, que substituiu muito mal a Neymar. Não com a defesa, completamente perdida sem seu capitão Thiago Silva – não que sua presença fosse mudar algo.
No segundo tempo, mais dois, como se brincasse, com Schürrle. Sem dificuldades, a Alemanha desperdiçou chances como se não quisesse marcar. Aos 45 minutos, Oscar fez o que chama de “gol de honra”. Talvez a única palavra que não possa ser usada para descrever o que o Brasil teve nesta terça.
O melhor: Joachim Löw – O técnico alemão colocou seu time de forma muito mais ofensiva do que vinha jogando até então – mesmo após ser bastante elogiado pelo estilo de jogo. Com Klose no ataque, não esmoreceu nem quando abriu 3 a 0. Mais do que isso: anotou quatro gols em seis minutos, entre os 22 min.  e os 29 min. do 1°t. As trocas que fez foram já pensando na decisão contra Argentina ou Holanda, no próximo domingo. Depois do quinto gol, fez sua seleção voltar ao estilo anterior: tocou a bola tranquilamente, só esperando qo Brasil possibilitar novas brechas para lances perigosos. E eles aconteceram. Se alguém foi o principal responsável pela criação do time que fez o Brasil passar por seu pior vexame da história, esse é o técnico que levou ao auge um time que é trabalhado há oito anos, desde o 3° lugar na Copa de 2006, em casa.

O pior: Luiz Felipe Scolari – O técnico da seleção brasileira teve três dias de treino para descobrir quem substituiria Neymar no ataque da seleção e como o jogador escolhido repetiria ou mudaria o estilo de jogo da seleção. Muito se falou sobre a entrada de Willian, no meio: não ocorreu; foi treinada a escalação com três volantes, com Paulinho, Fernandinho e Luiz Gustavo: também não – e talvez fosse a melhor opção, como as falhas da defesa mostraram. O escolhido foi Bernard, que entrou na mesma função que Neymar. E nada produziu. Quando o Brasil tomou o segundo gol, o técnico optou por não alterar o time. Só foi fazer isso aos 23 minutos do 2° tempo, quando o sexto gol alemão acabara de sair. Ficou preso em uma tática que a Alemanha mostrou saber perfeitamente como destruir.

Chave do jogo: A vontade alemã, que jamais pareceu passar. Se dizem que o maior respeito que um time pode mostrar é continuar atacando em vez de brincar com a bola, humilhando seu adversário sem ser com gols, a Alemanha levou essa ideia a outro nível. Se do outro lado havia um time que nada fazia, por que não atacar e marcar o máximo possível? Foi o que a Alemanha fez, para entrar na história das Copas e do futebol.

Toque dos técnicos: O Brasil não alterou seu estilo de jogo mesmo após levar cinco gols no primeiro tempo. Entre o primeiro e o segundo foram 13 minutos – normal nada ser feito durante um placar adverso que parecia simples. Porém, entre o segundo e o quinto, foram quatro gols. Em nenhum momento Luiz Felipe Scolari parou o jogo com uma substituição. Mesmo que não mudasse o caminho que a partida já mostrava, poderia ter diminuído o ímpeto alemão. Não houve esse toque do técnico, que acabou terminando na maior goleada sofrida pelo Brasil na história.

Para lembrar:

A maior oleada sofrida pelo Brasil em qualquer jogo era, até esta terça, um 6 a 0 sofrido para o Uruguai na Copa América de 1920, disputado no Chile. A última derrota em casa do Brasil em jogo oficial havia sido também no Mineirão, em 1975, para o Peru: 3 a 1 na Copa América.

Em Copas, a maior goleada ainda é a da Hungria sobre El Salvador, em 1982: 10 a 1. Em semifinais, era 6 a 1, feitos por Uruguai (sobre a Iugoslávia, em 1930), Argentina (sobre os EUA, em 1930), e Alemanha (sobre a Áustria, em 1954).

Torcedores brasileiros que pagaram até R$ 1.320 (preço do melhor setor do estádio) para acompanhar a semifinal entre Brasil e Alemanha começaram a deixar o Mineirão logo após o 3° gol alemão, feito por Toni Kroos, aos 24 minutos de jogo – quem deixou o estádio exatamente nesse minuto pagou R$ 55 para cada minuto visto.

A última seleção a anotar cinco gols em uma semifinal de Copa havia sido o Brasil, em 1958, no triunfo por 5 a 2 sobre a França, um jogo antes daquele que deu o primeiro título mundial à seleção.

Não aconteceu, mas se o Brasil tivesse conseguido o milagre, teria alcançado a maior vitória da história das Copas. A marca pertence a Portugal, que ganhou de 5 a 3 da Coreia do Norte em 1966 após sair perdendo por 3 a 0. http://copadomundo.uol.com.br/noticias/redacao/2014/07/08/brasil-x-alemanha.htm

BRASIL 1 X 7 ALEMANHA

Data: 8 de julho de 2014
Horário: 17h00 (de Brasília)
Local: Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Árbitro: Marco Rodriguez (MEX)
Assistentes: Marvin Torrentera (MEX) e Marcos Quinteto (MEX)
Cartões amarelos: Dante, aos 22 min. do 2°t (BRA)
Gols: Müller, aos 9 min., Klose, aos 22 min., Kroos, aos 24 min. e aos 25 min., e Khedira, aos 29 min. do 1°t; Schürrle, aos 23 min. e aos 33 min. do 2°t (ALE). Oscar, aos 45min do 2º tempo

BRASIL: Júlio César; Maicon, David Luiz, Dante e Marcelo; Luiz Gustavo, Fernandinho e Oscar; Hulk, Bernard e Fred (Willian, aos 23 min. do 2°t)
Técnico: Luiz Felipe Scolari

ALEMANHA: Neuer; Lahm, Boateng, Hummels (mertesacker, no intervalo) e Höwedes; Schweinsteiger, Khedira , Kroos e Özil; Müller e Klose (Schürrle, aos 12 min. do 2°t)
Técnico: Joachim Löw

O Brasil é massacrado no Mineirão

A seleção sofre a sua pior goleada na história das Copas do Mundo diante da Alemanha e dá adeus ao sonho do hexacampeonato em casa da forma mais humilhante

Fred observa a substituição de Klose. / MARCOS BRINDICCI (REUTERS)

Uma tragédia quase impossível de acreditar, das mais dolorosas e que calam fundo no sentimento de todo um país. Poucas expressões definiriam tão bem o que o Brasil viveu na tarde desta terça-feira, no Mineirão, em Belo Horizonte. Em menos de 20 minutos, e ainda no primeiro tempo, a seleção assistiu impassível à construção da maior goleada sofrida ao longo de sua história em Copas do Mundo. Os 7 x 1 finais da Alemanha certamente nunca serão esquecidos por gerações inteiras de brasileiros, que viram enterrado o sonho do hexacampeonato em casa da forma mais humilhante.

Antes do rolo compressor alemão, a seleção brasileira havia assustado o goleiro Neuer apenas uma vez, em um chute rasteiro de fora da área do lateral-esquerdo Marcelo. O início promissor, motivado pelo apoio da torcida que queria compensar a todo custo as ausências de Neymar e Thiago Silva, logo revelou-se, no entanto, o último suspiro de uma equipe perdida em campo, que deixou os seguidos espaços nas laterais e que, enfim, acabou severamente punida por isso.

Em uma falha grosseira na marcação, Müller apareceu sozinho no meio da área para definir logo aos 10 min, após cobrança de escanteio pela direita. Era apenas o começo da humilhação em pleno Mineirão. Ante um impassível Luiz Felipe Scolari no banco, o que se viu a seguir foram 20 minutos de terror em campo, nos quais erros de passe, espaços vazios e uma autêntica blitze alemã no ataque fizeram o torcedor chorar, senão de raiva, de vergonha.

O segundo jato –um balde seria muito pouco– de água fria veio aos 22 min, com Klose, que começaria a superar Ronaldo na artilharia de todos os Mundiais, agora com 17 gols contra 15 do brasileiro. O alemão teve tempo para definir e ainda aproveitar o rebote de Julio César. Mas nem deu tempo para sentir o impacto: dois minutos depois, Kroos aumentou, em um chute forte no canto direito. E, aos 26 min, o mesmo Kroos ampliava o placar, livre na área.

BRASIL 1 x 7 ALEMANHA

Brasil: Julio César; Maicon, David Luiz, Dante e Marcelo; Luiz Gustavo, Fernandinho (Paulinho, 1 min. do segundo tempo) e Oscar; Bernard, Hulk (Ramires, 1 min. do segundo tempo) e Fred (Willian, 24 min. do segundo tempo).

Alemanha: Neuer; Lahm, Boateng, Hummels (Mertesacker, 1 min. do segundo tempo) e Höwedes; Khedira (Draxler, 31 min. do segundo tempo), Schweinsteiger, Kroos, Özil e Müller; Klose (Schürrle, 12 min. do segundo tempo).

Gols: 1 x 0, 10 min. do primeiro tempo, Müller; 2 x 0, 23 min. do primeiro tempo, Klose; 3 x 0, 25 min. do primeiro tempo, Kroos; 4 x 0, 26 min. do primeiro tempo, Kroos; 5 x 0, 29 min. do primeiro tempo, Khedira; 6 x 0, 23 min. do segundo tempo, Schürlle; 7 x 0, 33 min. do segundo tempo, Schürle; 7 x 1, 45 min. do segundo tempo, Oscar.

Árbitro: Marco Rodríguez (MEX). Mostrou cartão amarelo para Dante (BRA).

Estádio do Mineirão, em Belo Horizonte.

Quando muitos já ameaçavam deixar o Mineirão, veio o quinto: Khedira roubou a bola, tabelou com Özil e bateu no canto direito do goleiro brasileiro. Sem reação, a seleção do técnico Luiz Felipe Scolari tentava sair ao ataque ou mesmo interromper o sofrimento, mas não conseguia. Os seguidos passes errados revelavam o seu nervosismo e a sua incredulidade também dentro de campo, sem contar em todos os milhões de agora sofredores em todo o país.

O irônico é que o Brasil ainda encerrou o primeiro tempo com mais posse de bola do que os rivais, e à espera de uma alteração mágica que pudesse criar alguma esperança, o que obviamente não aconteceu, ainda mais com a falta de opções decisivas no banco, além das ausências de Neymar e Thiago Silva.

No segundo tempo, as seguidas alterações pouco mudaram o ritmo da partida. A Alemanha seguia firme, compacta, ameaçando colocar o Brasil atrás da bola em seguidos toques e arrancadas em velocidade. O Brasil seguia perdido no gol, na defesa, no meio e na frente, e já mesmo sem o vaiado atacante Fred em campo. Do outro lado, ironicamente, Klose saiu muito aplaudido pela sua atuação irretocável.

O apagão do lado brasileiro continuou, e com mais dois gols alemães, de Schürlle, que, como a sua equipe, passeou em campo como se não houvesse adversário. O primeiro deles na pequena área, após passe de Lahm, aos 23 min, e o segundo, aos 33 min, de esquerda, após a bola bater no travessão, diante dos olhares de incredulidade de uma torcida cansada do sofrimento.

Começou então o “olé” na arquibancada a cada passe da Alemanha, revelando o quanto a humilhação calava fundo, a ponto de celebrar o acerto do adversário e o quanto a seleção da casa se via rendida, frágil, imóvel. A torcida pelo fim do jogo não foi menor, para evitar uma goleada que pudesse aumentar ainda mais, enterrando o sentimento de uma equipe que parecia acompanhar esse ritmo entre as quatro linhas.

A imensa dor até o fim tornou-se inevitável, e longe de ser dissipada com um “gol de honra” de Oscar, logo antes de o país sucumbir ao silêncio e ao choro, aos 45 min.  – http://brasil.elpais.com/brasil/2014/07/08/deportes/1404848246_419909.html

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Posted by REPÚBLICA BANANA PEOPLE em julho 8, 2014

Elefante chora de emoção ao ser solto de correntes

Animal era mantido em cativeiro há 50 anos. ONG e polícia fizeram o resgate

Uttar Pradesh, Índia – O elefante Raju comoveu nesta segunda-feira o mundo, quando foram divulgadas imagens dele derramando lágrimas de emoção ao ser solto após 50 anos aprisionado na Índia. O animal foi resgatado sexta-feira, em ação conjunta da ONG britânica Wildlife SOS e da polícia local. O paquiderme vivia acorrentado pelas patas e era usado pelo dono para pedir dinheiro.

Dez veterinários, vinte guardas florestais e seis policiais foram envolvidos no resgate. “A equipe ficou abismada de ver as lágrimas rolarem durante o resgate. Foi absurdamente emocionante. Nós sentimos que ele percebeu que seria liberado”, contou a porta-voz da ONG, Pooja Binepal, em entrevista ao jornal britânico ‘Daily Mail’. “Elefantes não são só imponentes, mas também muito inteligentes. Só podemos imaginar o que meio século de tortura fez com ele”, afirmou.

Raju, que tinha feridas nas patas por causa das correntes, derramou lágrimas ao ver a equipe de resgate chegar. Ele também passava fome – Foto:  Reprodução

Segundo Pooja, o elefante nunca tinha vivido sem correntes. A Wildlife SOS soube da existência de Raju um ano atrás, e tentou obter a guarda dele na Justiça. O processo foi atrasado porque o dono do elefante não tinha nenhuma documentação. “O Raju deve ter sido capturado quando era filhote e foi vendido de mão em mão”, relatou Pooja.

“Quando o localizamos, em julho de 2013, suas condições eram patéticas. Ele não tinha abrigo à noite e era usado para pedir dinheiro a turistas. Ele não era alimentado adequadamente, então os turistas lhe davam doces. Devido ao seu estado de fome e exaustão, começou a comer as embalagens de papel e plástico”.

Assim que recebeu a autorização judicial, a equipe fez a operação de resgate. O elefante estava muito ferido, sobretudo na região das patas, que ficavam acorrentadas. “Queremos ensiná-lo que os humanos não são símbolos só de dor e brutalidade, mas vai demorar. Quando estiver pronto, vai começar a conviver com outros dois elefantes, Rajesh e Bhola, que também sofreram crueldades”, explicou. http://odia.ig.com.br/noticia/mundoeciencia/2014-07-08/elefante-chora-de-emocao-ao-ser-solto-de-correntes.html

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Políticos Vivem Milagre Econômico Brasileiro – R$ 325,5 milhões apenas nos últimos quatro anos!

Posted by REPÚBLICA BANANA PEOPLE em julho 8, 2014

Chapa no Ceará une políticos com patrimônio que chega a R$ 500 milhões

Tasso Jereissati (PSDB) concentra R$ 389 milhões destes recursos

O senador Tasso Jereissati (PSDB) concentra R$ 389 milhões de recursos de chapa no Ceará – Gustavo Miranda/ 25/05/2010 / Agência O Globo

BRASÍLIA — Uma análise na lista dos candidatos a governador, vice e senador que já tinham seus registros divulgados até a noite desta segunda-feira no TSE revela uma seleta lista de milionários que disputarão as eleições deste ano. A chapa “Ceará de Todos”, com Eunício Oliveira (PMDB) ao governo, Roberto Pessoa (PR) a vice e Tasso Jereissati (PSDB) ao Senado é a de maior patrimônio somado da campanha deste ano: meio bilhão de reais. Tasso concentra a maior parte desses recursos: R$ 389 milhões. Eunício é dono de R$ 99 milhões e o seu candidato a vice, R$ 14 milhões.

Tasso tem o maior patrimônio entre os candidatos majoritários e registrou um aumento de R$ 325,5 milhões apenas nos últimos quatro anos (512%). Após ser derrotado na disputa ao Senado em 2010, o tucano mergulhou nos negócios e hoje boa parte do patrimônio está em ações das empresas Calila Participações e Jereissati Participações, focadas na construção e administração de shopping centers. Ele ainda tem mais de R$ 60 milhões em investimentos e contas de bancos. Além disso, tem vários imóveis e joias.

De 2010 para cá, os bens declarados do senador Eunício Oliveira aumentaram de R$ 37 milhões para R$ 99 milhões, 169% de crescimento. Roberto Pessoa (PR) declarou R$ 14 milhões este ano, R$ 3 milhões a mais do que na eleição de 2008, quando concorreu a prefeito.

O terceiro candidato mais rico da eleição deste ano, o senador Jayme Campos (DEM), que concorre à reeleição no Mato Grosso, aumentou 380% seu patrimônio em oito anos, passando de R$ 14,14 milhões para R$ 67,88 milhões em fazendas, imóveis rurais, tratores, caminhões, escavadeiras, plainas e motoniveladoras.

O ex-presidente Fernando Collor de Mello (PTB) declarou na última eleição patrimônio de R$ 7,7 milhões. Nos últimos quatro anos, acresceu R$ 12,6 milhões aos seus bens, somando hoje R$ 20,3 milhões. Ele declarou 14 carros, entre eles uma Ferrari Scaglietti avaliada em R$ 556 mil, e um BMW 760, de R$ 714 mil, e duas lanchas. Em 2010, Collor declarou nove carros, entre eles um Maserati, que vendeu.

O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Alves (PMDB), candidato ao governo do Rio Grande do Norte, figura entre os políticos mais ricos da disputa. Seu patrimônio, de R$ 12 milhões, cresceu 120% em relação a 2010, quando declarou R$ 5,6 milhões.

Deputado e candidato ao governo do Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB) declarou ter R$ 38 milhões. Agropecuarista, seus bens se concentram em fazendas, rebanho de gado e tratores, colheitadeiras, carretas, caminhonetes e plantadeiras. Armando Monteiro (PTB), que concorre a governador de Pernambuco e dono do 10° maior patrimônio da disputa eleitoral, enriqueceu 1.110% em quatro anos. Tinha em 2010, na eleição ao Senado, R$ 1,2 milhão. Agora, são R$ 14,9 milhões. http://oglobo.globo.com/brasil/chapa-no-ceara-une-politicos-com-patrimonio-que-chega-r-500-milhoes-13174042

Deputados estaduais e candidatos à reeleição no Rio respondem a processos na Justiça

Crimes como abuso de poder, conduta vedada e captação ilegal de recursos são investigados

RIO — A menos de três meses das eleições, 15 deputados estaduais fluminenses – 21% da bancada da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) – respondem a 23 processos por crimes eleitorais. Doze deles são candidatos novamente. Entre os crimes estão abuso de poder, conduta vedada, captação ilegal de recursos, abuso econômico e captação ilícita de votos, cuja pena prevista é de cassação do mandato ou da diplomação.

Os processos foram iniciados pela Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) ainda durante a campanha eleitoral de 2010 e correm hoje no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Mas os parlamentares conseguiram se eleger e exercer seus mandatos até hoje, sem que o processo fosse concluído pela Justiça Eleitoral.

Dos 23 processos em andamento no TSE, 21 foram julgados improcedentes, entre o final de 2011 e o início de 2012, pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ). Mas a Procuradoria Eleitoral recorreu.

Dois deputados foram condenados pelo TRE: Domingos Brazão (PMDB) e Graça Pereira (PRTB), ambos por abuso de poder e uso de centros sociais para a campanha política (conduta vedada pela Lei Eleitoral). Eles também recorreram ao TSE.

Os 15 deputados que aguardam julgamento atualmente no TSE são Brazão, Graça, Altineu Cortes (PR), André Correa (PSD), Dionísio Lins (PP), Edson Albertassi (PMDB), Fábio Silva (PMDB), Iranildo Campos (PSD), Jorge Moreira Theodoro, o Dica (PMDB), Marcelo Simão (PMDB), Márcio Panisset (PDT), Marcos Abrahão (PTdoB), Paulo Melo (PMDB), Rafael Picciani (PMDB) e Thiago Pampolha (PSD). Altineu, Graça e Pamplona não registraram candidatura para disputar as próximas eleições.

A maioria dos processos questiona a manutenção de centros sociais pelos deputados que, segundo o Ministério Público, foram usados para campanha em 2010. É o caso de Dica, Dionísio Lins, Brazão, Graça, Iranildo Campos e Márcio Panisset. Muito comuns no Rio, os centros sociais são locais onde os candidatos distribuem serviços e realizam atividades assistencialistas. Há desde a emissão de carteira de identidade até a realização de cirurgias odontológicas e exames médicos. Em troca, os políticos pedem votos para si, formando, assim, “currais” eleitorais.

Dionísio Lins responde a cinco ações relativas a atividades de centros sociais. Em Vaz Lobo e Vicente de Carvalho, os centros de Dionísio Lins foram fechados em julho de 2012, pelo TRE. Ele responde ainda a ações por centros sociais em Vila da Penha e Cordovil. O deputado sustenta que, em 2010, os centros sociais já não eram mais seus, e acredita na absolvição pelo TSE.

Embora condenado pelo TRE, em julho de 2011, por manutenção de centro social, o que o tornaria inelegível por oito anos, Brazão teve sua condenação suspensa liminarmente, por decisão do ministro Ricardo Lewandovski. Até o momento, a relatora Laurita Vaz não apreciou a decisão do ministro. Segundo a Procuradoria da época, Brazão utilizou seus centros sociais em Jacarepaguá, Bento Ribeiro e Meriti para captar votos e construir redutos eleitorais. O deputado peemedebista se diz inocente e acredita que será absolvido pelo TSE.

Marcio Panisset responde a três processos, por uso de centro social e indício de uso da máquina pública em São Gonçalo, segundo maior colégio eleitoral do estado. Em 2011, no entanto, o TRE rejeitou a ação que pedia a cassação do deputado e a perda de mandato por sua irmã e então prefeita de São Gonçalo, Aparecida Panisset, e pelo ex-secretário de Governo de São Gonçalo Adolpho Konder.

“CELERIDADE É UM FATOR MUITO CARO”

Os deputados Dica e Iranildo Campos também foram acusados de usar centros sociais para fazer propaganda nas eleições de 2010. Iranildo Campos defende não ter envolvimento no centro social onde foram encontradas propagandas de sua candidatura. Já o deputado Dica diz que a função do MP é mesmo recorrer nos casos que perde, e que está confiante na absolvição.

Sobre a falta de celeridade no julgamento dos processos que chegam à Corte, o presidente do TSE no biênio de 2012 a 2014, ministro Marco Aurélio Mello, explica que o presidente do tribunal fica impedido de colocar os processos em pauta enquanto o relator do processo não dá o parecer.

— O presidente fica preso, impedido de colocar os processos em pauta. A celeridade na Justiça Eleitoral é um fator muito caro — defende.

Houve outras irregularidades além da manutenção de centros sociais. Os deputados Paulo Melo, Rafael Picciani, Edson Albertassi e André Correa respondem, por exemplo, a processos por outras ilicitudes, como assédio e uso eleitoral de programa federal.

Presidente da Alerj, Paulo Melo foi processado em 2010, junto com sua mulher, Franciane Conceição Gago Motta, atual prefeita de Saquarema, por captação ilícita de sufrágio. Na época, Melo foi acusado de utilizar indevidamente o cadastro de contribuintes da prefeitura de Saquarema para envio de propaganda eleitoral. O deputado argumenta ter uma mala direta própria de moradores de Saquarema que atualiza há 20 anos.

Os deputados André Correa e Edson Albertassi, juntos com o então deputado Jorge Picciani (atual presidente regional do PMDB), foram alvos de ação por abuso de autoridade pela utilização eleitoral do programa Minha Casa Minha Vida. De acordo com o MP, durante fiscalização do TRE em Nilópolis, os fiscais flagraram a entrega de folhetos institucionais da Alerj às pessoas que estavam sendo cadastradas no programa. Correa e Albertassi se dizem tranquilos quanto ao julgamento do TSE.

Em 2010, a PRE do Rio entrou com ação para investigar suposto crime de abuso de poder político e conduta vedada contra o ex-governador Sérgio Cabral (PMDB), o ex-vice-governador Luiz Fernando Pezão – atual governador e candidato à reeleição -, Jorge Picciani, o deputado federal Leonardo Picciani e o deputado Altineu Cortes. Naquele ano, o então prefeito de Italva, Joelson Gomes Soares, e o ex-secretário de Saúde daquele município, Gilberto Willys de Faria, teriam feito uma reunião na sede do governo para pedir a servidores comissionados empenho nas campanhas de Cabral, Picciani e Altineu, como forma de garantir investimentos ao município. Na ocasião, um dos servidores gravou e mandou o conteúdo para o MP.

Picciani também foi alvo de ação do MP, junto com o filho Rafael, por abuso de poder econômico e uso indevido de meio de comunicação social em maio de 2010, quando o então secretário de Governo e Habitação do Guapimirim, Nélson da Costa Mello, realizou um evento em que enalteceu o nome e a imagem dos dois, além da de Leonardo Picciani. Os deputados estaduais disseram, por meio de sua assessoria, que não comentariam o assunto.

Graça Pereira, Thiago Pampolha, Altineu Cortes, Fábio Silva, Márcio Panisset e Marcos Abrahão foram procurados pela reportagem, mas não retornaram até o fechamento da edição. Leandra Limahttp://oglobo.globo.com/brasil/deputados-estaduais-candidatos-reeleicao-no-rio-respondem-processos-na-justica-13173214

OS POSTULANTES A MAIS QUATRO ANOS DE LEGISLATURA:

Edson Albertassi – Divulgação

Edson Abertassi: Processado por abuso de poder e propaganda eleitoral irregular, por uso eleitoreiro do programa Minha Casa Minha Vida em 2010.

Paulo Melo – Divulgação

Paulo Melo: rocessado por captação ilícita de sufrágio e propaganda eleitoral irregular por utilizar cadastro de contribuintes de Saquarema para enviar propaganda eleitoral.

Dica – Divulgação

Dica: O deputado Jorge Moreira Theodoro, conhecido como Dica, foi acusado de usar centro social em Duque de Caxias para fazer propaganda nas eleições de 2010.

Marcos Abrahão – Divulgação

Marcos Abrahão: O deputado foi processado pela Procuradoria por abuso de poder por utilizar transporte gratuito, em ação eleitoreira.

Dionisio Lins – Divulgação

Dionísio Lins: Vice-presidente da Comissão de Transportes da Alerj, Dionísio Lins responde a cinco ações relativas a atividades de centros sociais na Zona Norte.

Rafael Picciani – Mauro Pimentel

Rafael Picciani: Processado, junto com o pai, Jorge Picciani, por abuso de poder e uso indevido de meio de comunicação em evento em Guapimirim.

Marcelo Simão – Divulgação

Marcelo Simão: A PRE entrou com ação por conduta vedada a agente público. Além da cassação do registro, o órgão pediu aplicação de multa contra o parlamentar.

Domingos Brazão – Mauro Pimentel

Domingos Brazão: Condenado pelo TRE por abuso de poder por manter diversos centros sociais, teve sua condenação suspensa liminarmente.

Fábio Silva – Divulgação

Fábio Silva: Processado, junto com o governador Pezão, Jorge Picciani e o ex-governador Sérgio Cabral, por propaganda eleitoral irregular e abuso de poder.

Márcio Panisset – Divulgação

Márcio Panisset: Responde a três processos, junto com Aparecida Panisset, por uso de centro social e indício de uso da máquina pública em São Gonçalo.

Iranildo Campos – Divulgação

Iranildo Campos: O deputado foi processado por abuso de poder e conduta vedada por manter, até 2010, centro social em São João de Meriti.

André Correa – Divulgação

André Correa: Alvo de processo por abuso de poder em cadastro do Minha Casa Minha Vida e por captação ilícita de sufrágio em Teresópolis.

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