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Com Futebol Medíocre Portugal Volta para Casa

Posted by REPÚBLICA BANANA PEOPLE em junho 23, 2014

CR7 vê classificação quase impossível e admite: ‘Nunca fomos favoritos’

Melhor do mundo foi sincero depois do empate na partida contra os Estados Unidos

Amazônia – A decepcionante campanha de Portugal na Copa do Mundo não diminuiu a atenção sobre Cristiano Ronaldo. Sorteado para o antidoping após o empate de 2 a 2 com os Estados Unidos, foi o último jogador a passar pela zona mista da Arena Amazônia. Dezenas de jornalistas se espremeram para escutá-lo. E valeu a pena pena sinceridade do capitão, que nunca considerou Portugal favorito ao título. “Todos estão aqui para ganhar. Sabíamos que não éramos favoritos. Nunca fomos. Contra a Suécia, conseguimos a classificação. Não se pode criar a ilusão que Portugal seria campeão do mundo. Seria ilusão fictícia na minha opinião. No futebol tudo pode acontecer, mas há coisas, equipes melhores que a nossa e até que merecem mais do que a nossa”, disse CR7.

Cristiano Ronaldo joga mal e vê situação de Portugal muito complicada – Foto:  Ernesto Carriço

 

 

 

 

Franco, o melhor jogador do mundo considera a classificação uma missão pouco provável. No cenário mais ‘fácil’, Portugal tem torcer pela vitória da Alemanha sobre os Estados Unidos, além de tirar o saldo de cinco gols de diferença dos americanos na partida contra Gana. A vitória é obrigação. “Temos Levantar a cabeça. Matematicamente é possível, mas sabemos que é uma missão quase impossível. Mas no futebol tudo pode acontecer”, disse o capitão português.

Questionado sobre sua forma física, o craque evitou o embate com os jornalistas. Em recuperação de uma tendinite no joelho esquerdo, o camisa 7 ainda não apresentou no Brasil o melhor de seu futebol, mas garantiu que está bem, mas não soube explicar o que faltou a equipe para vencer os Estados Unidos. “Demos o nosso melhor. Queríamos a vitória, mas não conseguimos. O que falhou? Não sei. Não conseguimos vencer. Não tem explicação, não sei explicar a razão”, disse Cristiano Ronaldo. Marcelo Bertoldohttp://odia.ig.com.br/esporte/copa-do-mundo/2014-06-23/cr7-ve-classificacao-quase-impossivel-e-admite-nunca-fomos-favoritos.html

“Nunca imaginei que iria ser campeão do Mundo”, diz Cristiano Ronaldo

foto Gustavo Bom/Global Imagens"Nunca imaginei que iria ser campeão do Mundo", diz Cristiano Ronaldo

O capitão da seleção portuguesa, Cristiano Ronaldo, afirmou que nunca tinha imaginado que iria ser campeão do Mundo, após o empate com os Estados Unidos (2-2), que comprometeu a qualificação para os “oitavos” do Mundial2014.

“Portugal nunca foi favorito. Aliás, basta ver pela nossa qualificação. Foi difícil desde o princípio”, disse o avançado, para quem a responsabilidade pelos resultados pouco positivos no Brasil “é dos jogadores, é de toda a seleção”. Para o atual melhor jogador do Mundo, “se calhar, há melhores seleções” e reforça: “Nunca pensei que íamos ganhar o Mundial”. “Temos que ser humildes e saber da capacidade que temos. Estaria a mentir se dissesse que somos uma seleção de topo. Ainda por cima, com a quantidade de limitações que temos tido, como os casos de Pepe e de Fábio Coentrão”, prosseguiu o jogador do Real Madrid.

Confirmando que vai ficar “até ao fim”, Cristiano Ronaldo admitiu que “podia estar melhor”, mas que nem ele nem os companheiros estão bem: “Há coisas que não se conseguem, como correr mais ou ter mais qualidade. Neste momento, há melhores seleções e melhores jogadores que os nossos”. Sempre com a palavra humildade no discurso aos jornalistas, o “capitão” português afirmou: “Para mim era fácil, bastava não vir ao Mundial e tinha terminado a época com título de campeão europeu. Estou aqui e dou a cara, como sempre”. Mesmo um triunfo frente ao Gana, na quinta-feira, no Estádio Nacional, em Brasília, com início marcado para as 13 horas (17 horas em Portugal continental), pode revelar-se insuficiente, com a equipa lusa a necessitar também de um resultado favorável no confronto entre Alemanha e Estados Unidos. http://www.jn.pt/PaginaInicial/Desporto/mundial2014/Interior.aspx?content_id=3986029&page=-1

As contas de Portugal para se apurar

A seleção portuguesa de futebol está obrigada a vencer o Gana, na quinta-feira, para ter hipóteses de se qualificar para os oitavos de final do Mundial2014, mas já não depende apenas de si próprio. Ajuda da Alemanha e goelada forjam ténue esperança de apuramento.

 

foto Siphiwe Sibeko/ReutersAs contas de Portugal para se apurar

Portugal precisa de fazer muitos golos

Um empate entre alemães e norte-americanos afasta, desde logo, o conjunto luso, uma vez que as duas equipas somariam cinco pontos, marca inalcançável pelo conjunto comandado por Paulo Bento.

O melhor cenário para a formação das “quinas” é a vitória da Alemanha sobre os EUA, que, se for por apenas um golo, obrigará Portugal a vencer o Gana por, pelo menos, quatro golos de diferença. Neste cenário, decidiriam os golos marcados.

Com vitória de 1-0 sobre Gana, Portugal passa se: A Alemanha ganhar por 5-0 aos EUA. Nesse caso, a equipa portuguesa ficará com quatro pontos, tantos quantos os norte-americanos, e com uma diferença de golos de 3-6, superior à dos Estados Unidos (4-8).

Com vitória de 2-0 sobre Gana, Portugal passa se: A Alemanha ganhar por 4-0 aos EUA. Nesse caso, a equipa portuguesa ficará com quatro pontos, tantos quantos os norte-americanos, e com uma diferença de golos de 4-6, superior à dos Estados Unidos (4-7).

Com vitória de 3-0 sobre Gana, Portugal passa se: A Alemanha ganhar por 2-0 aos EUA. Nesse caso, a equipa portuguesa ficará com quatro pontos, tantos quantos os norte-americanos, e com uma diferença de golos de 5-6, superior à dos Estados Unidos (4-5).

Será necessário recorrer a um sorteio se: Portugal ganhar por 2-0 ao Gana e a Alemanha bater os EUA por 3-0, ou se Portugal bater o Gana por 2-1 e a Alemanha vencer os EUA por 4-0. Nesses casos, Portugal e EUA ficarão empatados em pontos e golos. http://www.jn.pt/PaginaInicial/Desporto/mundial2014/Interior.aspx?content_id=3985958&page=-1

Ronaldo diz que Portugal não tem qualidade suficiente

Ronaldo diz que Portugal não tem qualidade suficiente
Fotografia © Gustavo Bom/Global Imagens

Cristiano Ronaldo assume que nunca pensou que seria possível vencer o Mundial 2014 e reconhece que Portugal é uma seleção “com limitações”, mas admite que nem ele tem “moral para falar”.

Franco e sem papas na língua, Cristiano Ronaldo reconheceu, após o comprometedor empate com os EUA (2-2), que Portugal não tem qualidade suficiente para competir pelo título de campeão mundial e admite que nunca acreditou que a seleção nacional teria hipóteses para tal.

“Se calhar os outros são melhores do que nós. Nunca pensei que podia ser campeão do mundo, sinceramente. Temos que ser humildes e reconhecer a capacidade que temos”, admitiu o capitão da seleção nacional.

O Bola de 2013, no entanto, não se poupa das críticas e assume que nem ele tem “moral para falar”, pois reconhece que não está a brilhar ao seu nível. “Foi difícil desde o início. Portugal nunca foi favorito, por isso vínhamos sem pressão. Obviamente que queríamos ganhar e tínhamos responsabilidades, os jogadores e toda a seleção. Demos o máximo, mas não conseguimos. Estamos frustrados e tristes”, desabafou.

Agora, só um “milagre” na derradeira jornada da fase de grupos apurará Portugal para os “oitavos”. “Matematicamente é possível, mas é uma tarefa quase impossível. Mas no futebol tudo pode acontecer. Estamos tristes porque queríamos fazer melhor. Se analisarem a qualificação, o play-off, não há milagres. Por isso sabíamos que íamos ter uma fase de grupos complicada”, prosseguiu.

Cristiano Ronaldo insistiu na ideia de que a seleção nacional não pode pensar em vencer Mundiais. “Não sou hipócrita, digo o que penso. Pode acontecer, mas há seleções melhores do que nós. Queríamos dar mais, como disse, mas ainda está tudo em aberto. Vamos até ao último jogo”, completou, antes de concordar que Portugal é uma equipa de “qualidade média”.

“Média, se calhar, sim. Seria mentir da minha parte se dissesse que eramos uma seleção de top. Temos limitações, lesões, o Pepe, o Coentrão… Isso limita-nos bastante. Temos uma equipa limitadíssima. Sem estar ao melhor nível, não conseguimos competir com as equipas de top”, justificou.

Cristiano Ronaldo, no entanto, recusa as críticas por estar a jogar sem estar na melhor condição física. “Era fácil não jogar e terminar uma época magnífica no meu clube, com a Champions e os troféus individuais. Mas dei a cara, não me quero justificar com a lesão. Estou aqui para ajudar, podia dar mais e estar melhor. Estou aqui para ajudar e dei o meu contributo. Não conseguimos dar mais, há que levantar a cabeça e continuar até ao último jogo”, declarou.

O extremo do Real Madrid, por fim, negou que os colegas de seleção não se estejam a aplicar. “Ninguém vai ao Mundial sem querer demonstrar o seu futebol, brilhar, correr… Isso é impensável neste grupo, mas há coisas que não se conseguem… Ou correr mais, ou mais qualidade, vários factores. Há que levantar a cabeça, perceber que há melhores seleções do que a nossa e jogadores melhores do que nós”, terminou.

Nas duas primeiras jornadas, Portugal foi goleado por 4-0 com a Alemanha e empatou 2-2 com os Estados Unidos, no domingo, salvando-se de uma inédita eliminação ao segundo jogo, em fases finais, aos 90+5 minutos, com um tento de Silvestre Varela, assistido por Cristiano Ronaldo. Por seu lado, o Gana perdeu por 2-1 com os Estados Unidos e empatou a 2-2 com a Alemanha. O embate entre Portugal e o Gana está marcado para quinta-feira, em Brasília, às 17 horas de Lisboa. João Ruela com Carlos Nogueirahttp://www.dn.pt/desporto/seleccao/interior.aspx?content_id=3986022&page=-1

Portugal revive no último minuto

A equipe de Cristiano Ronaldo, que segue mal, se salva da eliminação contra a boa seleção dos Estados Unidos

Foto

Cristiano Ronaldo, estendido sobre o gramado. / PAULO DUARTE (AP)

Cristiano não pôde dissimular sua cólera em outra jornada agônica de Portugal. O maior goleador europeu se mostrou impreciso e contrariado durante toda a partida em Manaus. Não chutou nem uma vez no gol, mas no último minuto conseguiu cruzar uma bola sem erro e Varela marcou o 2×2. Foi a salvação de Portugal, que estava matematicamente eliminado, dobrado por uma seleção dos Estados Unidos que ameaçava fazer história. O Grupo G se resolverá na última rodada da primeira fase. Um empate entre Alemanha e Estados Unidos elimina Portugal, independentemente do que fizer contra Gana.

O interesse da Copa do Brasil reside em partidas como essa. Em outros tempos, uma combinação de calor e umidade extremos serviria de álibi para a especulação total. Não foi o caso de Portugal e Estados Unidos, lançados em busca do jogo com intenção de explorar ao máximo as próprias virtudes sem deter-se morbidamente em anular as alheias. Foi um exercício de generosidade emocionante. O terrível esforço inspirou o árbitro, o argentino Néstor Pitana, a declarar uma parada técnica para hidratação após meia hora de jogo. Coisas do futebol no Amazonas.

Os Estados Unidos ficaram esperando a ocasião de lançar seus velocistas. Portugal começou dominando, manejando as ações com seus três esplêndidos meio campistas. A maioria das seleções no Brasil gostariam de contar com gente como Veloso, Meireles e Moutinho, jogadores especialistas que entendem os princípios do jogo e proporcionam a seus companheiros um campo seguro. Foi uma antecipação de Veloso que iniciou a jogada do gol que abriu o marcador. O volante mandou a bola para Almeida na esquerda, e o lateral encontrou Postiga na entrada da área. O cruzamento do atacante rebateu em um zagueiro americano e caiu nos pés de Nani, que chegava a na segunda trave. Nani teve sorte de ficar com a bola e voltou a ter sorte ao enfrentar o goleiro. Howard foi vencido e o chute entrou ao lado da primeira trave.

Embora seja uma tarefa quase impossível, sabemos que no futebol tudo pode acontecer”

Eram transcorridos cinco minutos de partida e o gol alterou todos as hipóteses. O encontro pensado sobre o power-point evoluiu para um espaço desconhecido no qual os jogadores tentaram entrar sem mapas de navegação. Portugal deu um passo atrás e cedeu parte da iniciativa. A equipe de Klinsmann enfrentou uma dupla incógnita. O que fazer para sobrepujar animicamente o problema da desvantagem e como atuar na hora de criar em espaços reduzidos. Os Estados Unidos acertaram nas duas questões. Não se alterou pelo golpe nem pareceu incomodado com a bola. Pelo contrário. Bradley, um jogador notável, ambidestro, preciso, habilidoso e regular, foi para o meio campo juntar as linhas e ao seu redor os demais cresceram. Jones, Beckerman e Zuzi se apropriaram tomando conta, com critério e calma, das jogadas. Pela direita Johnson entrou como um furacão e na frente Dempsey colocou Beto à prova em duas ocasiões. Quando o goleiro não esteve foi socorrido pelo substituto de Pepe. Se os norte-americanos não empataram antes foi graças aos cortes de Ricardo Costa em duas oportunidades, ambas na pequena área. Dempsey disparou dois chutes contra o zagueiro.

Paulo Bento substituiu Coentrão por Almeida, um destro improvisado na lateral esquerda. O técnico teve de improvisar logo de cara aos dez minutos, quando Postiga pediu para sair. Entrou Éder. E foi de Éder a melhor ocasião de matar a partida. Portugal respondeu o domínio dos Estados Unidos com dois contragolpes de Cristiano finalizados de fora da área por Nani. O segundo bateu na trave. O rebote veio para Éder. Outra vez. Outro rebote acabou nos pés de um atacante português. Era gol ou gol. Mas Howard, no contrapé, conseguiu uma defesa salvadora. Na arquibancada, um torcedor exibiu um cartaz representando o caráter desta equipe: Believe (Acredite, em inglês).

As demais equipes estão demonstrando que são melhores que nós e merecem mais que nós”

Portugal não conseguiu penetrar na defesa rival. Seus chutes sempre foram de fora da área, ou de falta, ou de rebote. Os Estados Unidos demonstraram muito mais clareza, que acabou impondo-se pelo futebol e pela contundência. Jones, o meio campista alemão naturalizado norte-americano, empatou com um chutaço de direita de 20 metros, de efeito na segunda trave. Se os Estados Unidos suportaram os inconvenientes com firmeza, Portugal vacilou. A partida ficou travada por um momento. Quando não tinha dono Johnson reapareceu explorando de novo as costas do substituto Almeida. Seu cruzamento acabou em Zuzi e logo no peito de Dempsey, que mandou a bola para a rede. Portugal estava na lona. Desclassificada. Voltou para a Copa no último minuto. Diego Torreshttp://brasil.elpais.com/brasil/2014/06/22/deportes/1403473824_531882.html

NE:  O destino da seleção portuguesa estava definido quando o brasileiro e alagoano Pepe (então naturalizado português) tomou para si a responsabilidade de agredir tão violentamente o adversário alemão que acabou por lhe causar a expulsão de campo, ficando apenas com 10 jogadores em campo a seleção portuguesa e levando uma goleado dos chucrutes que os deixaram de 4 sobre o gramado. Naquele momento já estava decidida (por apenas um jogador) a volta para casa, ainda nessa sequencia Paulo Bento é um técnico que não assiste aos próprios jogos, mostrando como as estratégias utilizadas são patéticas até mesmo num jogo medíocre como foi contra os EUA onde visivelmente o ataque pela lateral era a única estratégia ianque.

Lamentável mas não inesperado é o fato de levar quatro anos a preparação de uma “seleção dos melhores” do país nesse esporte e descobrirmos, também sem novidades, que para certas coisas não temos talento, futebol é uma delas ainda que a cada 50 anos possa aparecer alguém de relevância.

A Espanha assim como outras seleções que tem os melhores campeonatos regionais também sofreram suas baixas, quando nos perguntamos o que está errado chegamos à conclusão muito simples que a resposta é mais fácil do que parece: enquanto no Brasil, a terra do futebol os torcedores passam o ano inteiro vendo jogos de várzea já que todos os seus craques estão nos grandes campeonatos europeus, os europeus se deleitam com jogos maravilhosos, só que quando estes mesmos craques retornam para suas origens por conta da copa do mundo, ficam apenas umas seleções desnudas e paupérrimas! Quem se sobressai são aqueles que o ano inteiro contam apenas com seus próprios jogadores e chegam a surpreender nas grandes arenas do mundial.

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