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O primeiro retrato das profundezas das Novas Hébridas

Posted by REPÚBLICA BANANA PEOPLE em março 4, 2014

Há diferentes espécies nas profundidades
Há diferentes espécies nas profundidades Fotografia © Oceanlab

Os diferentes nutrientes que existem no local levaram à diversificação de espécies que não se encontram noutros lugares

Quando o realizador de Titanic, James Cameron, desceu ao local mais profundo dos oceanos, a Fossa das Marianas, no Pacífico, em março de 2012, ficou surpreendido com a riqueza imensa da vida que ali floresce. Mas os cientistas estão agora perceber, ao explorar outras fossas abissais noutras regiões oceânicas, que quem viu uma, só viu mesmo uma, porque elas são muito diversas entre si nas manifestações da vida que cada uma delas alberga. É o caso da fossa abissal das Novas Hébridas, também no Pacífico, que foi agora visitada por uma equipa internacional de investigadores e que se revelou muito diferente das outras fossas anteriormente exploradas do ponto de vista das espécies que acolhe. Filomena Naves – http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=3718190

Recifes de coral podem desaparecer até 2050

Recifes de coral podem desaparecer até 2050
Fotografia © D.R.

Uma recente avaliação do Instituto francês de pesquisa para o desenvolvimento refere que os recifes de coral, que fornecem sustento e benefícios económicos para muitos países em desenvolvimento, poderão desaparecer na totalidade até ao ano 2050. Segundo a organização, 75 por cento dos reservatórios de biodiversidade (por exemplo, os charcos), recifes de coral e ecossistemas associados estão em “grave perigo” devido à ação humana e da natureza, uma situação que o Instituto de pesquisa para o desenvolvimento da França (IRD, sigla em francês) considera de “alarmante”. “A mais recente avaliação do Instituto de Recursos Mundiais é alarmante, com 75 por cento dos recifes de coral relatados como estando ameaçados de extinção em todo o mundo, um número que pode chegar a 100 por cento até 2050”, refere a organização citada hoje pela Science Daily.

A instituição alerta para a preocupante situação dos recifes de coral que fornecem sustento e benefícios económicos para muitos países em desenvolvimento e biodiversidade de peixes em recifes de coral, que, em parte, determina a quantidade total de matéria viva disponível para o consumo humano. A IRD considera que a diversidade funcional dos ecossistemas tem sido negligenciada nos estudos de impacto ambiental, apesar de a comunidade de diversidade filogenética (uma importante medida de variedade que incorpora informações sobre parentesco entre as espécies) ser reconhecida pelo seu valor patrimonial. “A riqueza de um ecossistema também é medida tanto em termos de biodiversidade taxonómicos (número de espécies diferentes), bem como pelo número de linhagens ou funções desempenhadas por muitos bons serviços ecossistémicos”, assinala o documento.

Mas, até ao momento, não houve quaisquer estudos sobre o impacto da atividade humana relativa à perda da comunidade de peixes de coral, da variedade e do parentesco de diferentes espécies. “Após amostragem através de pesquisas subaquáticas a 1553 comunidades de peixes em 17 países do Pacífico, os pesquisadores avaliaram os taxonómicos funcionais e filogenéticos, os níveis de diversidade de um grupo de espécies de pescado ao longo de uma encosta e a densidade humana” e o resultado “variou de 1,3 recife para 1705 pessoas por quilómetros quadrados”, refere o estudo.

Os dados sociais e ambientais foram coletados no âmbito de um projeto conjunto da PROCFish e CoFish, coordenado pela Secretaria da Comunidade do Pacífico e financiado pela União Europeia. “Os resultados mostraram uma queda acentuada nos níveis de diversidade funcional e filogenéticos, principalmente acima de 20 pessoas por quilómetros quadrados de recife, enquanto a riqueza de espécies foi pouco afetada ao longo da encosta”, conclui o estudo. Os pesquisadores assinalaram a importância de se conservar “todos os componentes da biodiversidade” e lembram que algumas espécies de peixes de recife desempenham papéis fundamentais nas funções dos ecossistemas. Lusa, texto publicado por Isaltina Padrão – http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=3713882&page=-1

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