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Ditadura Acaba Com o Direito de Greve!

Posted by REPÚBLICA BANANA PEOPLE em março 4, 2014

Comlurb anuncia que cerca de 300 garis serão demitidos por não aderirem a acordo

  • Grupo de funcionários punidos não compareceu ao turno da noite desta segunda-feira
  • Grevistas afirmam não reconhecer negociação e nova assembleia será feita na manhã desta terça, na Central
  • Pelo novo acordo, piso salarial em início de carreira será de R$ 874,79 mais 40% de insalubridade, totalizando R$ 1.224,70

 Manifestação de garis por melhores salários e condições de trabalho em frente à prefeitura Foto: Leo Martins / Agência O GloboManifestação de garis por melhores salários e condições de trabalho em frente à prefeitura Leo Martins / Agência O Globo

RIO – A Comlurb informou, por meio de nota, que iniciou o processo de demissão de cerca de 300 funcionários que não compareceram ao turno da noite desta segunda-feira. Segundo a empresa, a decisão está prevista no acordo feito entre a companhia e o sindicato que representa a categoria. O presidente da Comlurb, Vinicius Roriz, pede para que os funcionários tenham responsabilidade e voltem ao trabalho. Segundo ele, os que não voltarem correm o risco de serem demitidos. – É um pequeno grupo em relação aos 22 mil funcionários da Comlurb. Mas pedimos que eles tenham consciência e responsabilidade e voltem ao trabalho, já que foram muitos benefícios conquistados – disse.

A Comlurb e o Sindicato dos Empregados das Empresas de Asseio e Conservação do Município do Rio de Janeiro anunciaram ter fechado, no início da tarde desta segunda-feira, acordo que garante 9% de aumento salarial para os cerca de 15 mil garis da cidade. Em nota divulgada pela empresa, a companhia informa que já vinha em um processo de negociação com o sindicato da categoria, como faz anualmente no período do acordo coletivo e que tinha até 31 de março para resolver o impasse.

No entanto, cerca de 350 grevistas que se reuniram nesta terça-feira em frente à prefeitura afirmaram ainda não ter fechado qualquer acordo e que o sindicato não os representa. Esse grupo decidiu manter a paralisação e marcaram para esta terça-feira, às 10h, uma assembleia na Central do Brasil. A categoria pede a elevação do piso de R$ 874 para R$ 1.224,70, além do índice de insalubridade, além de aumento do vale-refeição para R$ 20, e o retorno das gratificações de triênio, licença-prêmio, entre outros benefícios, que eles alegam terem perdido.

Segundo a nota da Comlurb, devido ao “movimento de um grupo sem representatividade que vinha interferindo na rotina do trabalho de limpeza” da Comlurb nos últimos dias, a companhia e o sindicato aceleraram as negociações. Pelo novo acordo, a partir de abril, um gari em início de carreira terá como piso salarial R$ 874,79 mais 40% de adicional de insalubridade, totalizando um vencimento de R$ 1.224,70. Além do aumento salarial, o acordo garantiu mais 1,68% dentro do Plano de Cargos, Carreiras e Salários, com progressão horizontal. O vale alimentação passaria de R$ 12 para R$ 16.

Com a greve, as ruas da cidade, principalmente no Centro, ficaram imundas. O lixo ficou acumulado em locais por onde os blocos de carnaval passaram. No Aterro do Flamengo e Ipanema, na Zona Sul, a situação é caótica. Bairros da Zona Oeste também foram afetados. Elenilce Bottari/Priscilla Aguiar – http://oglobo.globo.com/rio/comlurb-anuncia-que-cerca-de-300-garis-serao-demitidos-por-nao-aderirem-acordo-11774772

Uma resposta to “Ditadura Acaba Com o Direito de Greve!”

  1. Arwen said

    Republicou isso em Arwen Releiturase comentado:
    A maioria opções sindicatos hoje serve apenas para manobrar o trabalhador e dobra-lo a vontade do empregador. Em Goiás o Sintego é um exemplo claro de um sindicato que age a revelia do servidor. Em conversas informais com diversos servidores da educação não encontrei nenhum que disse que se sente representado pelo Sintego. Ao contrário, se houvesse possibilidade legal de se filiar a outro sindicato o fariam sem pestanejar.

    A primeira responsabilidade de um sindicato é agregar a categoria, segunda a fiscalizar o respeito a essa categoria como por exemplo não permitindo que profissionais não qualificados (advogados, farmacêuticos , etc) se metam a dar aulas em lugar de professores licenciados.

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