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O Povo Venceu! Ianukovich aceita realizar eleições este ano

Posted by REPÚBLICA BANANA PEOPLE em fevereiro 20, 2014

Ianukovich aceita realizar eleições este ano
Fotografia © REUTERS/Maks Levin

(COM VÍDEO EM DIRETO DE KIEV) O presidente ucraniano cedeu às exigências da oposição e vai marcar eleições presidenciais e para a formação de um novo governo em 2014. O anúncio foi feito pelo primeiro-ministro polaco, que adiantou ainda que será criado um governo de unidade nacional na Ucrânia nos próximos dias.

“Ficou acordado com Ianukovich que as eleições presidenciais e parlamentares serão realizadas este ano e que um governo de unidade nacional será criado nos próximos dez dias”, afirmou Donald Tusk, primeiro-ministro da Polónia, um dos países representados pelo ministro dos Negócios Estrangeiros na reunião de hoje com o presidente ucraniano. A garantia de marcação de eleições foi dada precisamente neste encontro entre Ianukovich e os chefes de diplomacia da Alemanha, França e Polónia: Franz-Walter Steinmeier, Laurent Fabius e Radoslaw Sikorski. A reunião aconteceu no dia mais sangrento desde que as manifestações começaram em novembro. As estimativas atuais apontam para cerca de 70 mortos, com a CNN a avançar com 100 vítimas mortais só nos confrontos de hoje. Elisabete Silva – http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=3698158&seccao=Europa

VEJA AQUI EM DIRETO OS ACONTECIMENTOS EM KIEV ATRAVÉS DO STREAMING QUE A RÁDIO SVOBODA DISPONILIZA NO YOUTUBE:

Vídeo “Sou Ucraniana” torna-se viral na Internet

(COM VÍDEO) No vídeo, que rapidamente se tornou viral nas redes sociais, uma mulher, conhecida simplesmente como Yulia, apela à comunidade internacional para que apoie o povo ucraniano e a luta que trava nas ruas pela liberdade e democracia no seu país. A jovem faz o apelo alegadamente desde o centro de Kiev, local com enorme carga simbólica e palco de confrontos entre polícias e manifestantes dizendo que “o mundo precisa saber porque razão há milhares de ucranianos nas ruas”. “Nós queremos livrar-nos de uma ditadura, de políticos que trabalham apenas para si próprios e só para garantir as suas fortunas, as suas casas e poder”, diz a jovem, acrescentando que quer dignidade para os ucranianos, que “são um povo civilizado mas governado por bárbaros”.

Numa alusão ao apoio russo ao Presidente da Ucrânia, Viktor Ianukovitch, a jovem diz a determinada altura que “isto não é a União Soviética, não queremos tribunais corruptos, queremos liberdade”. O apelo é feito “olhos nos olhos” e a “novidade” da mensagem é que não é dirigida diretamente aos Estados, aos governantes dos vários países. O vídeo é inteligentemente dirigido ao cidadão comum, ao seu coração e capacidade de mobilização por uma causa solidária. Talvez por isso se tenha tornado viral num curto espaço de tempo e chamado a atenção nas redações dos meios de comunicação de todo o mundo. No Youtube, até ao início desta tarde, o vídeo já foi visto por mais de três milhões de pessoas (3.430.128).

“Vocês podem ajudar-nos a conseguir a nossa liberdade. Contando esta história aos vossos amigos, mostrando-lhes o vídeo, partilhando a informação. Falem com os vossos amigos, com os vossos colegas, com os vossos familiares, com os vossos governantes, e digam-lhes que vocês lhes exigem que nos apoiem antes que seja tarde de mais”, diz a jovem, na gravação. No fundo, o apelo é para manter o país sobre a pressão internacional, porque para os ucranianos agora é o momento para “sair da ditadura”, porque, explica a jovem no vídeo, “talvez, amanhã, possamos ficar sem telefone, sem ligação à Internet, isolados, sozinhos. E então a polícia terá todo o tempo e talvez nos possa assassinar, um a seguir ao outro, quando cair a noite”.

Segundo o “The Huffington Post”, o vídeo foi elaborado e publicado no Youtube pelo realizador Ben Moses, que estava a trabalhar em Kiev no documentário “A Whisper to a Roar”, que conta histórias sobre a opressão política em países como o Zimbabwe, a Malásia, o Egito, a Venezuela ou a Ucrânia. “Eu estava na Ucrânia a trabalhar num projeto sobre a luta pela democracia quando estalaram os protestos. Ao falar com as pessoas e perceber o seu sofrimento, senti que tinha de fazer algo por elas e contar ao mundo o que se passa aqui. A jovem que aparece no vídeo, representa o cidadão comum que quer ser livre e que está neste momento a lutar nas ruas pela democracia”, disse. A mulher, conhecida apenas como Yulia, afirmou à CTV News que a sua motivação para fazer o vídeo foi “a necessidade de atrair a atenção mundial para o problema, para a tragédia ucraniana”, adiantando que “espero que funcione e que consiga, pelo menos, salvar alguém”. Luís Manuel Cabral – http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=3697449&seccao=Europa&page=-1

Vídeo mostra polícia a disparar kalashnikov em Kiev

(Com vídeo) Imagens divulgadas hoje pelos media ucranianos mostram vários homens, aparentemente membros das forças de segurança, surgindo um deles a disparar uma espingarda Kalashnikov num local não identificado, em Kiev, noticia a AFP. Os manifestantes acusam as forças de segurança de terem aberto fogo com balas reais esta quinta-feira de manhã, fazendo mai9s de 60 mortos. Os jornalistas da AFP contaram 25 corpos.

As imagens divulgadas pela Radio Svoboda (congénere ucraniana da Radio Free Europe/Radio Liberty), disponibilizadas através do Youtube, mostram uma dezena de homens vestidos de uniforme preto, com uma braçadeira amarela. Dois deles têm as letras Brekout, em alfabeto ucraniano, visíveis no seu uniforme. Os Berkout são uma unidade especial antimotim da polícia ucraniana. Um membro da mesma unidade está deitado no chão, a olhar pela mira da sua arma de atirador de elite. Não é claro se chega ou não a disparar. Estes homens colocaram-se em posição atrás de sacos de areia empilhados uns em cima dos outros, como fazem também os manifestantes em Kiev para montar uma barricada.

Um deles tem uma Kalashnikov e dispara duas vezes, enquanto se ouvem outros disparos. O atirador não parece estar em perigo. O ministro do Interior reconheceu que os polícias tinham usado as suas armas de fogo, mas “em legítima defesa”. As imagens não permitem perceber sobre quem disparam os homens armados, nem onde foram filmadas, mas a Radio Svoboda indica que foram captadas na rua Instituska, num momento de retirada das forças de segurança face à carga dos manifestantes. Estes, equipados com capacetes, protegidos por escudos, escalaram as barricadas antes de lançar um assalto contra as forças de segurança, as quais recuaram para se protegerem. A Radio Free Europe, sublinha a AFP, é um grupo de comunicação privado financiado pelo Congresso dos Estados Unidos. AFP, traduzido por Patrícia Viegas – http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=3697763&seccao=Europa&page=-1

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