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Morreu o ator Maximilian Schell, vencedor de um Oscar

Posted by REPÚBLICA BANANA PEOPLE em fevereiro 1, 2014

Morreu o ator Maximilian Schell, vencedor de um Oscarfoto TOBIAS HASE/AFP

Schell fez parte do grupo de atores europeus que atingiu o sucesso em Hollywood

O comediante austríaco Maximilian Schell, vencedor de um Oscar da Academia em 1961 para melhor ator no filme “Julgamento em Nuremberga”, morreu este sábado, aos 83 anos, de “doença súbita e grave”, informou a sua agente, Patrícia Baumbauer. O ator adoeceu a 18 de janeiro e esteve internado, tendo tido alta hospitalar na passada terça-feira, refere a agência de notícias francesa AFP.

Nascido em Viena, capital austríaca, a 8 de dezembro de 1930, exilou-se mais tarde com os pais na Suíça, quando a Áustria foi anexada pelo regime nazi em 1938. Regressou ao seu país natal depois do final da 2.ª Guerra Mundial. Schell fez parte do grupo de atores europeus que atingiu o sucesso em Hollywood, nos Estados Unidos, tendo ganho um Oscar da Academia, o galardão máximo do cinema, para melhor ator, pelo seu papel no filme de Stanley Kramer “Julgamento em Nuremberga”.

O ator austríaco contracenou no filme que lhe valeu o galardão ao lado de figuras consagradas como Marlene Dietrich, Burt Lancaster, Spencer Tracy e Richard Widmark, que ao longo da carreira também receberam ou foram nomeados para um prémio da Academia. Maximilian Schell estreou-se em papéis de comédia no teatro, aos 23 anos. Permaneceu fiel ao teatro, sobretudo nos seus últimos anos de vida, tendo representado numa versão teatral do ‘Julgamento de Nuremberga’ em 2000, em Nova Iorque. Em 2006, em Londres, integrou a peça “Ressurection Blues”, do dramaturgo norte-americano Arthur Miller, e levada à cena por Robert Altman.

A sua estreia no cinema aconteceu quando tinha 28 anos, em 1958, ao lado de Marlon Brando num filme de Edward Dmytryk ‘O Baile dos Malditos’ (The Young Lions, no título original) e participou em grandes produções como a obra de Jules Dassin ‘Topkapi’, de 1964. Maximilian Schell também experimentou a ópera, sobretudo em Los Angels, nos Estados Unidos, por convite do tenor Placido Domingo para participar no ‘Lohengrin’, de Richard Wagner, em 2001, e em ‘O Cavaleiro da Rosa’, de Richard Strauss, em 2005. http://www.jn.pt/PaginaInicial/Cultura/Interior.aspx?content_id=3663718&page=-1

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